GUARANTÃ DO NORTE

Aeronave que caiu e matou empresário e filho em Guarantã do Norte não poderia voar à noite.

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A aeronave que caiu na noite da última segunda-feira (16), em Guarantã do Norte e matou o empresário Jair Demski e o seu filho, João Demski, não poderia realizar voos à noite. A informação consta do registro do RV-10, de prefixo PP-ZOJ. Uma equipe do Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VI) segue para a cidade, no intuito de entender as causas da tragédia.

Em consulta à situação de aeronavegabilidade na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a reportagem identificou que a aeronave modelo RV-10 não estava homologada para voar à noite, só podendo operar em condições visuais durante o dia.

A situação de aeronavegabilidade estava normal e a aeronave não poderia realizar serviços de taxi aéreo, o que não era o caso, já que o voo era privado. O avião foi fabricado em 2016 e é considerado bastante novo. Ele estava em nome da empresa JADE-ENG. IND. E COM. DE EST. MET. LTDA, que pertencia ao empresário Jair Demski.

O aeroporto de Guarantã do Norte é homologado para pousos e decolagens visuais durante o dia. A superfície da pista é de cascalho.

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Ao Olhar Direto, o  Seripa VI, que é ligado ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informou que uma equipe segue nesta manhã para Guarantã do Norte, com o objetivo de entender as causas do acidente. Vale lembrar que estes trabalhos não tem o intuito de fazer responsabilização, mas apenas de evitar que novos casos ocorram na aviação.

Conforme as informações iniciais da Polícia Civil do município, o empresário e o filho estavam voltando de Sinop. A viagem foi tranquila até a chegada em Guarantã do Norte, onde o piloto solicitou que o irmão iluminasse a cabeceira da pista para que o pouso fosse realizado.

“Sem motivo aparente eles caíram. Não houve pedido de emergência, reclamação de alguma pane. A queda ocorreu a dois quilômetros da pista, já próximo do pouso. Por enquanto, não há dados que possam esclarecer o que ocorreu. Esta parte ficará sob o comando da aeronáutica”, disse um investigador do município .

Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, encontrou a aeronave em chamas e os corpos dos empresários do lado de fora. Eles foram lançados a aproximadamente 100 metros. Apesar de ter havido uma explosão, o combate ao fogo foi bastante rápido.

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Fonte: Wesley Santiago – Olhar Direto

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GUARANTÃ DO NORTE

Empresário de Guarantã é socorrido em estado grave após cair com moto durante treino em pista de motocross

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O Corpo de Bombeiros informou que um homem de 27 anos, foi socorrido em estado grave, ontem, por volta das 17h, após cair com uma moto (marca e modelo não informados) durante um treino, na pista de motocross, localizada próximo ao aeródromo de Guarantã do Norte.

Ele foi levado ao hospital municipal Nossa Senhora do Rosário por uma unidade de resgate. De acordo com um sargento dos bombeiros, ele reclamava de dores na região do tórax e no hospital foi apontado possibilidade de um coágulo na cabeça.

O jovem passou pelos atendimentos preliminares e foi transferido ainda ontem para uma unidade médica particular de Sorriso. Ele segue internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A versão investigada é que o acidente ocorreu no momento que ele saltou uma das rampas da pista, perdeu controle da motocicleta e bateu muito forte no chão. Alguns colegas que estavam no local fizeram os primeiros auxílios e acionaram o restante.

A Polícia Civil ainda deverá investigar as causas do acidente.

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Só Notícias/Cleber Romero

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GUARANTÃ DO NORTE

Justiça manda suspender atividades de fábrica de pavers em Guarantã

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A Justiça de Guarantã do Norte deferiu, parcialmente, o pedido liminar pleiteado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso e mandou suspender as atividades de uma fábrica de pavers (peças para calçamento de vias e calçadas) instalada dentro de um loteamento residencial. A mesma funcionava sem qualquer tipo de licenciamento.

O administrador da fábrica, Carlos Livino de Melo, é o mesmo que realizou o loteamento da área. Além da produção das peças para calçamento, encontra-se instalada no residencial o escritório de uma empresa, a ACM Construtora Eireli, que pertence a uma pessoa de sua família.

A Promotoria de Justiça ingressou com Ação Civil Pública após fazer uma inspeção no local para verificar se o responsável pelo loteamento (Carlos Livino de Melo) havia cumprido integralmente um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público Estado – em 2017 – para regularizar o local.

Conforme os moradores do residencial, em nenhum momento o proprietário solicitou qualquer prévia autorização ou comunicação para a instalação dos empreendimentos comerciais no local. Ainda segundo eles, não houve nenhuma comunicação por parte do loteador sobre as construções.

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A Promotoria de Justiça de Guarantã do Norte encaminhou Notificação Recomendatória ao prefeito recomendando que o mesmo procedesse à anulação do alvará de localização e funcionamento da empresa e que a construção da fábrica fosse embargada. Em resposta a Prefeitura limitou-se a informar que havia instaurado um procedimento administrativo para apurar os fatos.

“A prefeitura optou por se abster do seu dever legal de fiscalizar diligentemente o cumprimento da ordem urbanística do caso em questão, preferindo não seguir a recomendação ministerial e apenas se limitar a instaurar um processo disciplinar interno para apurar os fatos. Diante disso, resta claro não haver outra alternativa em favor da ordem urbanística senão o manejo da presente ação civil pública com a finalidade de exigir o cumprimento das leis violadas pelos requeridos e pelo gestor público, o qual deveria se atentar aos comandos legais existentes, sejam de hierarquia federal ou municipal”, destacou o promotor de Justiça Luis Alexandre Lima Lentisco na petição que deu início à ação em questão.

Em sua decisão, o juiz destacou que a fábrica de pavers não possui o mínimo necessário para estar em funcionamento (alvarás/licenças), podendo suas atividades irregulares causar danos ambientais e ainda impactar negativamente o loteamento residencial no que diz respeito à tranquilidade e silêncio. “Aliás, consigna-se que uma das moradoras do loteamento declarou ao Ministério Público que sua residência é atingida pela poeira (pó/resíduos de cimento) advinda da fábrica, o que é de todo desarrazoado dado que o loteamento é destinado a ocupação exclusivamente residencial”, diz o magistrado.

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Diante dos fatos o juiz deferiu em termos o pedido de tutela de urgência determinando a suspensão imediata das atividades e obras desenvolvidas pela fábrica de pavers, bem como que os requeridos cumpram a obrigação de não fazer, consistente em se abster de utilizar quaisquer lotes existentes no residencial para exercício das atividades comerciais ou industriais. Conforme a decisão, fica vedado, ainda, a realização de obras, construções e utilização do local como depósito de veículos, maquinários ou equipamentos em geral, sob pena de multa fixada no valor de R$ 10 mil.

Fonte: Editoria com Janã Pinheiro/Assessoria MPE

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