Educação

Enem: imagem de prova que circula em redes sociais é real, diz Inep

Publicado

Uma imagem da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 que circula nas redes sociais é real. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) confirmou a informação, em nota divulgada há pouco. Segundo a autarquia, que é responsável pelo exame, a divulgação não prejudica os participantes.

“É importante esclarecer que a divulgação, que ocorreu após o início da aplicação, não prejudicou o andamento do exame. Todos os participantes já tinham passado pelos procedimentos de segurança e estavam nos locais de prova”, diz o Inep.

Os órgãos competentes foram acionados pelo Inep para identificar a origem e o responsável pela divulgação da imagem.

Pelas regras do exame, é proibido o uso de aparelhos eletrônicos no local de aplicação do Enem, como celulares. Eles devem ser desligados e colocados dentro do envelope porta-objetos que cada candidato recebe. O uso desses objetos leva à eliminação do candidato.

Cerca de 5,1 milhões de candidatos estão inscritos no Enem. Hoje (3), eles fazem provas de redação, linguagens e ciências humanas. No próximo domingo (10), os participantes fazem provas de matemática e ciências da natureza.

Leia mais:  Decreto que institui Programa Ciência na Escola é publicado

Saiba mais

Edição: Denise Griesinger

Comentários Facebook
publicidade

Educação

Prêmio Capes vai distribuir R$ 5 mil para os primeiros mil colocados

Publicado

Cerca de 20 mil participantes devem fazer a prova do Prêmio CAPES Talento Universitário no domingo (8). Segundo a Capes, o prêmio será utilizado para direcionar futuras políticas públicas de ensino. O exame vai distribuir R$ 5 mil para os primeiros mil colocados na prova, num investimento de R$ 5 milhões. O resultado será divulgado em fevereiro de 2020.

A prova ocorre em 60 cidades das 27 unidades da federação. Os portões serão abertos às 13h e fechados às 14h, no horário de Brasília. As provas terão 80 questões de múltipla escolha e o cartão de resposta deve ser preenchido com caneta esferográfica de tinta preta.

Para realizar a prova, os candidatos devem apresentar documento de identificação válido. São aceitos: Carteira de Identidade, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com fotografia, Carteira de Trabalho e Previdência Social; emitida após 27 de janeiro de 1997; Certificado de Reservista; Passaporte; Identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros, inclusive aqueles reconhecidos como refugiados; Protocolo Provisório de Solicitação de Refúgio emitido pelo Departamento de Polícia Federal; Carteira de Registro Nacional Migratório; Documento Provisório de Registro Nacional Migratório; Identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que por lei tenha validade como documento de identidade; Certificado de Dispensa de Incorporação; Identidade funcional.

Leia mais:  Número de participantes no Encceja é recorde, diz Weintraub

Segundo as regras do exame, será eliminado quem iniciar as provas antes da autorização do aplicador e também não se identificar no retorno à sala de prova quando for ao banheiro, antes do fechamento dos portões. Também será eliminado quem realizar anotações em qualquer documento que não seja a folha de resposta e a prova; e quem não entregar ao aplicador a prova e a folha de resposta ao sair em definitivo a sala de prova.

Os candidatos também não podem manter os aparelhos eletrônicos ligados durante a prova; e portar, fora da embalagem fornecida pelo aplicador, lápis, caneta de material não transparente, lapiseira, borrachas, réguas, corretivos, livros, manuais, impressos, fones de ouvido ou qualquer transmissor, gravador e/ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens. Igualmente, consta da lista de proibições usar óculos escuros e artigos de chapelaria durante a realização das provas; e portar armas de qualquer espécie (exceto quem tem autorização legal para o uso).

 

 

Edição: José Romildo

Comentários Facebook
Continue lendo

Educação

Pesquisa revela crescimento de 74% dos alunos de pós-graduação no país

Publicado

No Brasil, o número total de alunos que frequentam cursos de especialização de nível superior vem aumentando desde 2016 e a sua grande maioria frequenta cursos em instituições privadas (88%). Nos últimos quatro anos, houve um crescimento de 74% puxado pela rede privada, que aumentou 80% contra 41% na rede pública.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (6) pela pesquisa Cursos de Especialização Lato Sensu no Brasil, um levantamento inédito elaborado pelo Instituto Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior) sobre o cenário dos cursos de pós-graduação lato sensu nas instituições de ensino superior públicas e privadas e traz ainda um perfil dos alunos matriculados nesses cursos.

Na opinião do diretor executivo do Semesp, Rodrigo Campelato, uma das razões que explica o crescimento da área é a crise econômica. “Quando há crise econômica as pessoas estão preocupadas com a empregabilidade, o desempregado faz a especialização para se recolocar no mercado de trabalho e também a pessoa pode estar ameaçada de ser demitida, então ela busca a especialização para ter mais chance de empregabilidade, além de se atualizar”.

Considerando apenas a população com 24 anos ou mais, estima-se que 5,7 milhões tenham concluído um curso de especialização de nível superior, número três vezes menor em comparação aos que concluíram a graduação (cerca de 19 milhões).

Leia mais:  Decreto que institui Programa Ciência na Escola é publicado

Há aproximadamente duas mil instituições de ensino que ofertam cursos de especialização de nível superior nas modalidades presencial e ensino a distância (EAD), sendo que 91% delas são privadas.

A maior parte dos alunos de especialização frequenta cursos na modalidade presencial (68%). No entanto, a modalidade de ensino a distância (EAD) está ganhando espaço: no período de 2016 a 2018, o número de alunos aumentou 125% e, em 2018, sua participação já representava um a cada três alunos.

“O EAD na pós graduação cresceu a oferta e ele se encaixa melhor ainda na pós porque é um público mais velho, na faixa de 30 anos ou mais. Esse também foi um impulsionador para o crescimento”, analisou Capelato.

Em 2019, aproximadamente 45% dos alunos que frequentam um curso de especialização de nível superior têm idade entre 25 a 34 anos. Nos anos 2016 a 2019 é possível verificar um leve aumento na idade média dos matriculados, de 34 para 35 anos. Na modalidade EAD, a média de idade dos alunos é de 36 anos, um pouco superior em relação aos alunos no presencial (34 anos).

“Outro dado que nos chamou a atenção são as áreas, são muito parecidas com as concentrações na graduação: 31% dos cursos são nas áreas de ciências sociais, negócios e direito, ou seja, principalmente na área de gestão, ainda temos 35% na área de educação e 24% na área de saúde, semelhante a proporção dos cursos na graduação”, observou o diretor do Semesp.

Leia mais:  FNDE vai inaugurar corregedoria em setembro

A pesquisa também revela que os alunos que frequentam cursos de especialização de nível superior possuem rendimento médio mensal em torno de 4,6 mil reais. O valor é 150% maior do que a média de rendimento daqueles que fazem cursos de graduação. O rendimento médio ficou em 4,8 mil reais mensais para os alunos da rede privada e 3,7 mil reais mensais para os da rede pública.

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Semesp com base nos dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Dados) divulgados pelo IBGE, referentes ao segundo trimestre dos anos 2016 a 2019. Também foram consideradas informações contidas no site do e-MEC e no Guia do MBA 2019 do Estadão.

Edição: Valéria Aguiar

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Polícia MT

Mato Grosso

Política MT

Política Nacional

Economia

Mais Lidas da Semana