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Novos iPhones chegam hoje; o que esperar das novidades da Apple

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Saiba o que esperar dos novos iPhones que serão lançados hoje.


O diretor executivo da  Apple  , Tim Cook , subirá ao palco do Teatro Steve Jobs, no novo campus da companhia em Cupertino, sob olhares curiosos de consumidores e investidores. A expectativa é que nesta terça-feira (10) sejam anunciados novos modelos do  Apple Watch  e do  iPhone  , produto que responde por quase a metade das receitas da companhia, mas sofre com a queda nas vendas nos últimos meses.

No ano passado, a Apple registrou a primeira retração nas vendas desde que o iPhone foi lançado, em 2007. Não por acaso, a empresa parou de divulgar o número de unidades comercializadas em seus balanços trimestrais, que era tradição na companhia. Mesmo assim, um levantamento da consultoria Gartner mostra que no último trimestre de 2018 foram vendidos 64,5 milhões de iPhones, contra 73,2 milhões no mesmo período de 2017.

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Os produtos apresentados hoje chegam para aquecer as vendas no quarto trimestre, aproveitando a temporada de compras de fim de ano. Resta saber se as novidades serão suficientes para atrair o interesse dos consumidores. Segundo as especulações, a Apple irá lançar três novos modelos de smartphone: o iPhone 11, o iPhone 11 Pro e o iPhone 11 Max, sucessores, respectivamente, do iPhone XR, do iPhone XS e do iPhone XS Max.

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Novas câmeras

Os iPhones 11 e 11 Max ganham uma terceira câmera , com lente grande-angular, para aumentar o campo de visão das fotografias. Além disso, as imagens devem ter melhorias na resolução, segundo a agência Bloomberg. Os aparelhos também terão um sistema de inteligência artificial para correção automática das imagens e ferramenta para edição de vídeo enquanto ele está sendo gravado.

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O sucessor do iPhone XR também ganha uma segunda câmera, para melhorar o modo retrato e oferecer zoom ótico. A Apple também deve apresentar melhorias para fotos tiradas em ambientes com poucas luminosidade, tentando rivalizar com o Pixel, da Google.

Carregamento sem fio

Aparelhos como AirPods e Apple Watches poderão ser carregados ao ser apoiados na parte de trás dos iPhones. O logo da Apple, que hoje fica localizado na parte superior do aparelho, passará a ficar no meio, para identificar o ponto onde o usuário deve apoiar os outros aparelhos para carregar a bateria. A tecnologia é conhecida como carregamento reverso, já utilizada pela Samsung, que trouxe a novidade no Galaxy S10, no início deste ano.

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Mais resistente

A Apple quer que os iPhones durem mais. A companhia é muito questionada por seus consumidores sobre os altos preços cobrados para reparos e, então, a ideia é que os novos modelos sofram menos problemas. Os novos telefones terão tela reforçada e maior resistência a choques, além de resistirem por mais tempo dentro da água.

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Sem 5G

Não espere 5G nos próximos iPhones . Enquanto outras fabricantes já começam a incluir chips preparados para a próxima geração da telefonia móvel, a Apple resolveu deixar para o ano que vem a compatibilidade do iPhone com o 5G.

Poucas mudanças

No Apple Watch , as maiores novidades foram lançadas ano passado. Neste ano, ele receberá atualizações no software e na parte externa, com novas versões em cerâmica e titânio e mais opções de pulseiras. A atualização do watchOS oferecerá novos aplicativos, ferramentas para a Siri e uma App Store própria.

Fonte: IG Tecnologia
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Adeus, chaves: brasileiros adotam a biometria nos condomínios

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Biometria sem contato é uma das tendências do mercado para condomínios

A tecnologia digital já tornou vários equipamentos obsoletos, como o telefone público, a câmara fotográfica e o radio-relógio. A chave de casa deve a sua próxima vítima.

biometria  tem se consolidado nos condomínios do País, já que um a cada três brasileiros já gostaria de abrir a porta de casa com a identificação de uma parte do corpo.

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O dado é da pesquisa realizada pela empresa de identidade aumentada Idemia, em 11 países. Segundo o levantamento, o Brasil foi o país em que a população demonstrou o maior desejo, entre todos os pesquisados, de utilizar a  biometria  para acessar a própria casa.

“Para os moradores, o grande benefício é não precisar de chaves ”, conta o gerente predial Fernando Oliveira, responsável pela gestão de um condomínio de luxo com 44 apartamentos no Alto da Lapa, bairro nobre de São Paulo.

O condomínio já investiu cerca de R$ 150 mil em identificação biométrica, tanto para na portaria como para acessar áreas internas , como a academia e a piscina. “Alguns condôminos gostam tanto da tecnologia que estão adotando na porta dos apartamentos”, relata Fernando.

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A última novidade do condomínio foi a  biometria contactless , ou seja, sem contato, para acesso à garagem. Com ela, basta o condômino passar os dedos da mão em uma máquina que lembra um scanner para abrir a catraca.

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Uma das vantagens da tecnologia sem contato é a rapidez da leitura , que garante segurança a quem está chegando em casa. “A tecnologia permite o fluxo de 50 carros por minuto”, afirma o gerente regional de Vendaspara Brasil e Cone Sul da Idemia, Ricardo Miralha.

Veja o vídeo da  biometria contactless


Fernando ressalta que além da comodidade para o morador, a biometria ajuda na administração do prédio. “Com a biometria, fazer a gestão do acesso é muito mais fácil e seguro, porque temos os dados nas mãos”, explica. Segundo ele, em alguns casos, a tecnologia pode inclusive diminuir custos administrativos.

Para ele, a única desvantagem da biometria é a dificuldade de alguns moradores de fazer o cadastramento . “Temos alguns condôminos que são muito ocupados e não tem jeito, para usar a biometria tem que cadastrar. Por isso, as vezes, alguns demoram a utilizar a tecnologia”, afirma.

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O preço das tecnologias de reconhecimento biométrico ainda não é acessível para todos, mas segundo Miralha, está caindo. “Nos últimos dez anos, o preço dos equipamentos de biometria caiu cerca de 60%”, calcula.

Smartphones foram a porta de entrada

A biometria já foi utilizada pelo menos uma vez por 94% dos brasileiros , segundo o levantamento da Idemia. A maioria deles (89%) por meio do desbloqueio biométrico do telefone celular.

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Os números são bem superiores à média global . Nos 11 países pesquisados, 78% já tinham tido acesso à tecnologia e 63% com o desbloqueio do celular. “Com certeza o celular ajudou a popular a biometria e o brasileiro tem facilidade de absorver e utilizar novas tecnologias”, avaia Miralha.

Tendências

totem de biometria arrow-options
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Totem de biometria utilizado em um condomínio da capital paulista

Segundo o especialista, existem outras tecnologias de reconhecimento biométrico além do reconhecimento da digital com ou sem contato.

Ele cita o reconhecimento de voz, do rosto, a leitura vascular, e a de íris. Para Miralha, porém, algumas tem aceitação melhor do que outras. “As pessoas têm um certo incômodo com a leitura de íris , por exemplo, porque é necessário passar uma luz nos olhos”, explica.

Entre as tendências, ele cita a leitura vascular . “Um método em crescimento. Inclusive ele consegue detectar, por exemplo, de um dedo está vivo ou morto”, afirma.

Isso significa que no caso da leitura da capilaridade das veias , não é apenas a impressão digital que conta, o que deixa o método mais seguro, já que cópias de silicone ou mesmo um dedo separado do corpo, não são lidos pela máquina.

“Novas tecnologias estão sendo criadas a todo momento”, afirma. Ele relata que existem métodos de reconhecimento pelo DNA da pessoa e pesquisas em desenvolvimento para reconhecimento biométrico pelo formato da orelha e pelo cheiro de cada ser humano.   

Fonte: IG Tecnologia
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Não são só as três câmeras: inteligência artificial dá a Apple as melhores fotos

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Olhar Digital

Com a implementação de três câmeras no  iPhone 11 Pro, a Apple começa a competir diretamente com outras fabricantes como Samsung e Huawei, que já possuem três câmeras na parte traseira de seus dispositivos. Mas, atualmente, até mesmo smartphones mais baratos carregam duas ou três câmeras no verso do telefone. São os algoritmos usados no processamento, e não o hardware, que desempenham um papel fundamental na qualidade das imagens, conforme afirma Reuters .

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Apple lança três novos modelos de Iphone arrow-options
Divulgação/Apple

Apple lança três novos modelos de Iphone.

Durante o anúncio dos novos iPhone, Phil Schiller, diretor de marketing da Apple, comentou sobre a capacidade dos novos aparelhos de conseguir a fotografia perfeita mesclando oito exposições separadas capturadas antes da foto principal. “Quando o obturador é pressionado é feita uma exposição longa e, em um segundo, uma rede neural analisa uma combinação de exposições longas e curtas, selecionando pixel por pixel para conseguir o melhor resultado”, explica Schiller sobre a tecnologia “Deep Fusion”.

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Em sua apresentação, os executivos da empresa passaram bastante tempo falando sobre o novo processador desenvolvido especialmente para o aparelho, apelidado de  A13 Bionic . A parte responsável por fazer a melhor foto possível é conhecida como “processador neural”, reservado para as tarefas que envolvem inteligência artificial. A Samsung e a Huawei também projetam chips personalizados com recursos de IA para seus telefones, e o Google possui um núcleo especial dedicado ao processamento visual, chamado Pixel Visual Core.

A empresa também vai integrar alguns recursos bastante requisitados por seus usuários, como o modo noturno, criado para que fotos capturadas com pouca luz pareçam melhores. Alguns aparelhos da Huawei e os Google Pixel já têm esse recurso desde o ano passado.

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Ryan Reith, vice-presidente do programa de rastreamento global de dispositivos móveis da IDC, disse que a disputa pelas melhores câmeras e telas criou um jogo caro no qual os fabricantes de telefones precisam investir cada vez mais em novos recursos para garantir que seus dispositivos se diferenciem dos concorrentes.

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Via: Reuters

Fonte: IG Tecnologia
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