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Polícia Civil identifica e apreende adolescentes envolvidos em assalto a posto de combustível

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Assessoria | PJC-MT

Dois adolescentes envolvidos no roubo a um posto de combustível no município de Barra do Garças (509 km a Leste de Cuiabá), foram identificados e apreendidos pela Polícia Judiciária Civil nesta segunda-feira (14.10), durante diligências para apurar o crime.

O trabalho foi deflagrado por equipes da Delegacia Regional, Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) e 2ª Delegacia de Polícia.

Os serem detidos, W.F.R, 17, e W.S.M, 15, assumiram as acusações. Eles tiveram os pedidos de internação representados pela Polícia Civil e deferidos pela Vara da Infância e Juventude de Barra do Garças. Ambos responderão por ato infracional análogo a roubo majorado. 

O crime ocorreu no dia 05 de outubro, no Posto Vale da Serra. Três pessoas armadas renderam o frentista e, mediante ameaça, roubaram mais de R$ 400 em dinheiro. A ação criminosa foi filmada por uma câmera de segurança do local.

Logo após o assalto, um dos envolvidos foi preso em flagrante. Na ocasião, o jovem J.V. S.C de 18 anos, teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva, depois de ser apresentado em audiência de custódia da justiça.

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Com a prisão do primeiro suspeito, os investigadores continuaram as diligências e conseguiram identificar os outros dois envolvidos no roubo.

Diante das provas o delegado da DEA, Wilyney Santana Borges, representou pelos mandados de internações dos infratores, expedidos pelo Poder Judiciário.

“Com a apreensão dos menores a ocorrência foi elucidada, dando assim uma resposta a sociedade. O excelente trabalho é reflexo do comprometimento e dedicação dos policiais civis envolvidos na ação”, destacou o delegado.

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MT:Criminosos voltam a usar golpe do WhatsApp; descubra se você é vítima.

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Criminosos voltaram a utilizar as mensagens de WhatsApp como ferramenta de golpe, que iniciou em 2016 e depois de muito alerta feito pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Estelionato de Cuiabá havia sumido das costumeiras armadilhas para tomar dinheiro por meio da boa fé.

Recentemente até a primeira-dama do Estado, Virgínia Mendes foi vítima, assim como o deputado estadual Paulo Araújo, (MDB). Ambos tiveram as linhas telefônicas clonadas.

Na modalidade, que até então se configura como estelionato, os bandidos clonam o número de celular e pedem dinheiro a pessoas próximas ao proprietário da linha telefônica.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Estado (Sesp-MT), 4.322 mil novos casos surgiram na “praça”, somente no primeiro semestre de 2019. Retrocedendo, ou seja, dados de anos anteriores (2017 e 2018), totalizam 17.29 mil ocorrências da mesma natureza em Mato Grosso.

Na época em que a fraude foi descoberta, em 2016, a PJC emitiu um alerta explicando as formas de abordagens dos criminosos em que mesmo pessoas mais esclarecidas acabam acreditando na fraude, primeiro por estarem vendo a foto da pessoa e segundo, pelo histórico de conversas recentes.

Agora, além de pedir dinheiro os estelionatários proferem ameaças às vítimas quando são reconhecidos, que é o caso do corretor de imóveis Antônio Nunes Marinho Filho, de 29 anos.

Ele procurou a Delegacia Virtual da Capital, na Avenida Tenente Coronel Duarte, próximo ao Ganha Tempo da Praça Ipiranga (região central), no dia 06 deste mês para comunicar a denúncia.

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Os bandidos clonaram o número que estava disponível em um anúncio no site OLX e por meio de um código enviado no celular, obtiveram acesso às informações pessoais da vítima.

O trabalhador então acreditou ser a empresa anunciadora e fez a confirmação do código via mensagem e em seguida recebeu uma ligação falsa do DD 11. Antônio contou ainda que após isso o “hacker” invadiu sua conta no WhatsApp e passou a pedir dinheiro aos seus amigos, de tal forma que um deles efetuou depósito bancário no valor de R$ 500.

A irmã de Antônio percebeu se tratar de um golpista somente quando foi questionada sobre o número da própria mãe. Ela recebeu ainda uma ligação do criminoso logo após ser informada de que ele já havia arrecadado R$3,5 mil e mais R$ 1,9 mil de duas transferências distintas. Ousado, o golpista chegou ainda assediou a mulher. (veja a íntegra de todas as conversas na galeria abaixo).

A esposa do corretor, que também não caiu na fraude, chegou a ser ameaçada inclusive. Ele afirmou que criaria um perfil falso com a foto dela para ludibriar novas vítimas.

Apesar de não conseguir recuperar seu ‘WhatsApp’, Antônio conseguiu bloquear seu chip na operadora e pede aos clientes e todos que o conhecem que, não façam nenhum deposito bancário em seu nome.

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De acordo com o artigo do Código Penal Brasileiro 171, a medida fraudulenta pode render uma pena de 1 a 5 anos de reclusão ao réu, mais pagamento de multa.

Saiba se foi vítima

O golpe atinge ao menos duas vítimas, a que tem o ‘celular’ clonado e a outra que é lesada financeiramente. Segundo a Polícia Civil, o criminoso entra em contato, através do WhatsApp, com um amigo próximo ou um parente da vítima que teve o celular clonado, perguntando se a pessoa tem acesso ao banco via computador ou celular.

Diante da resposta afirmativa, o golpista pede ao amigo faça uma transferência de urgência, com a promessa de devolver o dinheiro em espécie. Ele passa o número da conta em que o dinheiro deve ser depositado para concretizar o crime. As vítimas acabam acreditando na situação, uma vez que o pedido vem direto do número de telefone da pessoa conhecida.

Orientação

Antes de fazer qualquer transferência online a pedido de um parente ou amigo, procure entrar em contato pessoalmente com quem solicita.

A Delegacia Especializada de Estelionato, que investiga esse e outros tipos de golpes, funciona na 2ª Delegacia de Polícia do Carumbé, na Avenida Dante Martins de Oliveira s/nº, bairro Planalto, Cuiabá.

Fonte: Reporter MT

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MT:Cinco pessoas da mesma família são presas em investigações sobre tráfico de drogas

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Cinco pessoas da mesma família foram presas pela Polícia Judiciária Civil na manhã desta quarta-feira (13.11), durante ações deflagradas na zona rural dos municípios de Diamantino (208 km de Cuiabá), Nortelândia (253 km de Cuiabá) e Arenápolis (258 km de Cuiabá), todas na região médio-norte do estado.

O trabalho para cumprimento de mandados de busca e apreensão decretados pela Comarca de Diamantino resultou na apreensão de armas de fogo, carregadores de pistolas, muitas munições, veículo, drogas, motocicleta, mais de R$ 4 mil em dinheiro, defensivos agrícolas, além de diversos outros produtos sem comprovação fiscal.

Reginaldo Silva dos Santos, 36, conhecido como “Regis”, José Francisco Simões de Souza, 51, conhecido como “Mussarela” ou “Tiozinho”, João Silva Santos, conhecido como “Bahia” e Aldiaine da Silva Moraes dos Santos, 35 (esposa de Reginaldo) foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo e munição de uso restrito ou proibido, receptação e corrupção de menores.

A quinta pessoa envolvida, adolescente R.S.M.S. de 17 anos, filha do casal Reginaldo e Aldiaine, responderá por ato infracional análogo aos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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Os envolvidos foram identificados em diligências iniciadas há mais de 3 meses pelo delegado Israel Pirangi (in memoriam), para apurar crime de tráfico de drogas, receptação, roubos e furtos de defensivos agrícolas, entre outros ocorridos na região.

Os indícios colhidos pelos policiais civis apontam o suspeito Reginaldo como o líder da associação criminosa, bem como, considerado “Barão do Tráfico”.

Segundo apurado, a família investigada ostentava patrimônio incompatível com a renda declarada. Na propriedade dos suspeitos, no Assentamento Barreirão, alvo da ordem judicial de busca e apreensão, foram apreendidas uma camionete Hilux, trailler rebocador de cavalos, cavalos de raça de alto valor, uma moto Suzuki modelo GSR 1000 CC, vários maquinários, entre outros materiais.

Também foram localizadas três armas de fogo (sendo duas calibre 380 e uma 9 milímetros), sete carregadores de pistola, 300 munições de diferentes calibres, duas balanças de precisão, cerca de três quilos de entorpecentes (maconha e pasta base de cocaína), a quantia de R$ 4,4 mil, além de quatro motosserras, sete furadeiras, três parafusadeiras, uma bicicleta profissional avaliada em torno de R$ 40 mil, duas caixas de inseticida, seis galões de agrotóxicos, joias, sendo todos produtos de roubos/furtados.

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Diante dos fatos, os cinco envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia, onde foram interrogados e autuados em flagrante e ato infracional, respectivamente. Após a confecção dos autos, os conduzidos foram colocados à disposição da Justiça.

Participaram da operação, equipes de policiais civis de Diamantino, Nortelândia, Arenápolis, com apoio de outras delegacias pertencentes à Regional de Nova Mutum, coordenadas pelo delegado Marcello Henrique Maidame.

Fonte: MT é Noticia

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