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15 mil professores da rede estadual terão notebook e internet paga por três anos

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A ajuda de custo é de até R$ 6.020 por servidor e será repassada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) com o objetivo de amenizar os efeitos da pandemia de Covid-19 na educação básica.

 

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Nova Bandeirantes: Politec realiza perícia em área de suposto confronto do Bope e suspeitos de assalto

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Equipe da Politec realizou na sexta-feira (11) uma perícia no local onde houve a susposta troca de tiros entre policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), na quinta (10), e suspeitos de participar de assalto a bancos em Nova Bandeirantes, na modalidade “Novo Cangaço”. O local do trabalho fica em uma região rural a cerca de 18 km do município. No confronto, quatro homens foram mortos.

Agora, policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE) fecham o cerco e fazem buscas por terra e pelo ar com o Ciopaer, em uma área de mata com pelo menos 200 hectares em busca de outros suspeitos de envolvimento no crime.

Nesta região, foram mortos Romário de Oliveira Batista, Luiz Miguel Melek e Maciel Gomes de Oliveira, de 35, 40 e 37 anos, que supostamente estariam envolvidos no roubo às agências de duas cooperativas de crédito em Nova Bandeirantes.

Policiais que estão no trabalho, apontam que a área é de floresta amazônica e conta com muita mata fechada e algumas regiões de pastagem. Os policiais do GOE e Bope estão fazendo varredura na localidade, pois acreditam que ainda tem supostos criminosos escondidos na área.

Conflito

O confronto que culminou nas quatro mortes aconteceu quando os policiais do Bope foram chamados pela equipe da Força Tática, que viram que uma caminhonete branca em fuga. A equipe da barreira foi atrás dos suspeitos e avistou pessoas abandonando o carro e correndo em direção à mata. A Força Tática acionou o Bope, que deu apoio imediato, bem como as demais viaturas da operação. Contudo, familiares do empresário Luiz Miguel Melek,  denunciou que o homem foi morto por engano.

Segundo eles, o empresário saiu do município em direção à região do garimpo para levar óleo. No dia do roubo a banco, 4 de junho, a família alega que o homem estava em viagem para o Paraná. No entanto, o comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), tenente-coronel Ronaldo Roque, afirmou que empresário Luiz Miguel Melek deu apoio à quadrilha que roubou duas cooperativas.

” A informação que temos é que ele deu apoio à quadrilha. Ele estava junto e fugiu com eles”, disse.

Com os supostos criminosos, os policiais recuperaram 18% dos valores que foram roubados. No total, foram levados R$ 911 mil, sendo sendo R$ 611 mil do Sicoob e R$ 300 mil do Sicredi. Isso fora os valores em ouro, que ainda não foram computados.

O confronto ocorreu numa área rural de Nova Bandeirantes, onde os criminosos estariam acampados. Os baleados, conforme a assessoria da PM, chegaram a ser levados para o hospital, mas morreram. A polícia continua as buscas para prender os outros envolvidos no assalto violento praticado nos bancos, no estilo Novo Cangaço.

Crime

Na última sexta, criminosos fortemente armados invadiram de forma simultânea agências do Sicredi e do Sicoob. Eles portavam fuzis e espingardas de calibre 12, renderam funcionários e clientes, que foram feitos  reféns e utilizados de escudo humano durante a fuga. Dois carros foram incendiados no percurso para atrapalhar a chegada da polícia. Vítimas, por outro lado, foram sendo soltas ao longo da fuga.

Fonte: Bárbara Sá/RDNews – Foto: Divulgação

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Advogados que atuam em MT são alvos do Gaeco-MS por “advocacia predatória”

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O juiz da Terceira Vara Cível de Cuiabá, Luiz Octávio Saboia Ribeiro, pediu informações ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Mato Grosso do Sul, sobre três advogados que estariam realizando “advocacia predatória” contra instituições financeiras.

Um despacho do último dia 25 de maio revelou que um processo que trata sobre a anulação de descontos em folha de pagamento, proposta por uma cliente do Banco Olé Bonsucesso Consignado, acabou se transformando em diligências envolvendo dois Estados do Centro-Oeste Brasileiro.

Segundo informações do processo, o Banco Olé pede a suspensão do processo em razão do advogado que patrocina a cliente. O defensor, identificado como Luiz Fernando Cardoso Ramos, seria o responsável por ajuizar nada menos do que 49.244 ações contra instituições financeiras. A prática, conhecida como “advocacia predatória”, pode ser resumida no fato do advogado sequer conhecer quem está patrocinando, e assinar milhares de processos que possuem conteúdo “genérico” – neste caso, contra bancos.

Além de Luiz Fernando Cardoso Ramos, o processo também cita outros dois advogados suspeitos da prática – Alex Fernandes da Silva e Josiane Alvarenga Nogueira, que assinam, respectivamente, 16.078 e 13.288 processos contra instituições financeiras.

Os autos revelam ainda que os advogados são residentes de Mato Grosso do Sul. “Mencionados advogados são residentes na cidade de Iguatemi/MS, e movem ações em todo o país, sendo que figuram entre os maiores litigantes individuais contra instituição financeiras do país, vez que somam 78.610 ações”, diz trecho dos autos.

O magistrado informou ainda que, somente no período entre janeiro e março deste ano, o Banco Santander foi alvo de 3.159 ações (uma média de 8 mil por dia). O juiz Luiz Octávio Saboia Ribeiro deu 20 dias para o Gaeco/MS enviar informações referentes a um procedimento investigatório criminal (PIC) envolvendo os advogados suspeitos. Após analisar o documento, ele deverá decidir sobre a suspensão dos autos.

Fonte: Folha Max

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