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Professor de educação física é preso suspeito de estupro de vulnerável contra alunas em Guarantã.

Investigação aponta que crimes ocorriam durante treinos em ginásio municipal. Prisão preventiva foi decretada após denúncia do Ministério Público.

Um homem de 30 anos foi preso pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (21) em Guarantã do Norte, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. Ele é investigado pelo crime de estupro de vulnerável praticado contra duas alunas, de 12 e 13 anos.

A prisão ocorreu por volta das 9h no bairro Jardim das Palmeiras. A ordem judicial foi expedida pelo juiz Guilherme Carlos Kotovicz, da Comarca de Guarantã do Norte, após acolher a solicitação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT).

De acordo com o registro do Boletim de Ocorrência, os abusos foram descobertos depois que as adolescentes criaram coragem para relatar a situação a professoras e à direção da Escola Estadual onde estudam.

As vítimas contaram que o suspeito, que atuava como professor e treinador, praticava atos de natureza sexual sem o consentimento delas. Relatos apontam para:
Toques em partes íntimas; Aproximações físicas inadequadas; Comportamentos invasivos reiterados.

Segundo a denúncia, as abordagens aconteciam rotineiramente durante os treinos esportivos promovidos no Ginásio Municipal Bezerrão.

Medidas cautelares e decisão judicial

Na denúncia oferecida à Justiça, o Ministério Público havia requerido formalmente o recebimento da peça acusatória, a citação do denunciado e a decretação da prisão preventiva do investigado.

Alternativamente, o órgão citou medidas cautelares, como o afastamento imediato do cargo de professor, a proibição de qualquer tipo de contato com as vítimas e o distanciamento mínimo de 500 metros das adolescentes.

Analisando o caso, o magistrado Guilherme Carlos Kotovicz optou por decretar a prisão preventiva para garantir a ordem pública e a integridade das investigações.

O investigado foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil de Guarantã do Norte, onde prestou depoimento, e em seguida colocado à disposição da Justiça. O caso segue sob segredo de justiça para preservar as identidades das vítimas.

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