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Bombeiros de Guarantã fazem pelo 4º dia buscas por homem que caiu da cachoeira do Curuá

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Bombeiros de Guarantã do Norte estão há quatro dias realizando buscas por um homem que caiu na Cachoeira do Curuá no último domingo (20). O alto volume de água que cai da cachoeira e as pedras tem dificultado o trabalho dos bombeiros.

Já foram percorridos 15 quilômetros de barco rio a baixo, porém sem exito na localização do corpo.

Segundo testemunhas, ele é caminhoneiro e estava no local tirando fotos quando se desequilibrou e caiu na água.

 

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Bombeiros encontram corpo do homem que escorregou e caiu da cachoeira do Curuá

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O Corpo de Bombeiros de Guarantã do Norte encontrou ontem, quarta-feira (24), por volta do meio dia o corpo de Elis Roberto da Silva, de 44 anos. O corpo do motorista estava cerca de 5 mil metros abaixo do local de onde ele teria caído na Cachoeira do Curuá, localizada no município de Altamira, no Pará, no último domingo (21).

O sargento do corpo de bombeiros, Edevaldo Souza Kruger, explicou que o corpo estava submerso após três cachoeiras do ponto de onde ele caiu. Os militares tiveram dificuldades nas buscas devido as pedras, o grande volume de água e as fortes correntezas. Hoje pele manhã, eles ampliaram a área de buscas com o apoio da Polícia Militar do Estado do Pará.

A versão inicial apontada por testemunhas é que o caminhoneiro “Betinho” como era conhecido, estava no local com a mulher e um enteado fazendo fotos com o celular e acabou se desequilibrando nas pedras, escorregou e caiu nas águas do rio Curuá próximo as quedas d’água.

Fonte: RCN Notícias

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Sintep pede que governo de MT pague auxílio temporário a professores interinos que estão desempregados

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O presidente do Sindicado dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Valdeir Pereira, pediu para que deputados estaduais se reúnam com membros do Tribunal de Contas Estadual (TCE) e Ministério Público Estadual (MPE), para que os órgãos liberem o governo estadual possa repassar um auxílio provisório aos cerca de 8 mil professores interinos que não podem ser contratados até o retorno do ano letivo, paralisado por causa da pandemia de coronavírus.
A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) já havia informado que o governo estadual não pode contratar os profissionais interinos, sob risco de incorrer em crime de improbidade administrativa.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), deve intermediar uma reunião entre os órgãos e entidade para garantir amparo legal para que o auxílio possa ser destinado aos profissionais.
Botelho, que na semana passada conversou com a secretária de Educação, Marioneide Kliemaschewsk, disse que é preciso buscar uma medida legal para que milhares de professores não padeçam, sem o contrato nesse momento de suspensão das aulas, ação necessária para conter a pandemia de coronavírus.
“Essa questão dos professores contratados é complicada porque a secretária de Educação [Marioneide Kliemaschewsk] diz que não pode assinar para não incorrer em improbidade. Então, vamos fazer uma discussão junto com Ministério Público e Tribunal de Contas para ver se conseguimos, por meio de um Termo de Ajustamento e Conduta [TAC], apresentar ao governo e fazer os contratos. Essa proposta ao meu ver é a mais viável porque tem que cumprir o ano letivo. E, caso não consiga isso, outra sugestão seria a criação de um voucher-professor, uma ajuda também de muita valia”, explicou Botelho.
O presidente do Sintep afirmou que um auxílio temporário já daria fôlego à categoria. A celeuma se deu, segundo ele, porque o ano letivo iniciaria em 23 de fevereiro deste ano e houve antecipação das férias por parte do governo do estado devido à pandemia.
“Podem ser de 6 a 8 mil contratos temporários que não foram efetivados por parte do estado. Muitos técnicos também são contratados dessa forma. Mas, qualquer recurso e organização nesse momento de pandemia é significativo porque essas pessoas estão desempregadas, não serão assistidas no auxílio de R$ 600 do governo federal. E, nesse momento, não ter nenhum rendimento tem um impacto na sobrevivência das pessoas. Por isso, estamos buscando o diálogo por meio da Assembleia para discutir com Ministério Público e Tribunal de Contas para procurar uma solução”, esclareceu Pereira.
O vice-presidente da Comissão de Educação da ALMT, deputado Valdir Barranco, explicou que o presidente Botelho fará a construção dessa reunião junto com os outros poderes e Sintep.
“A nossa proposta está bem clara. A Seduc antecipou o gozo do recesso por parte dos profissionais da educação. No momento em que ela antecipa, temos que retroagir o calendário em 15 dias. Dessa forma, esses profissionais que hoje estão desamparados, já deveriam estar contratados. Vamos defender essa proposta junto ao Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e governo do estado, para que todos os contratos sejam efetivados e assinem um termo de ajustamento de conduta, um compromisso de que havendo prorrogação que cumpram os 200 dias letivos ou 800 horas-aulas”, finalizou Barranco.
Por G1 MT

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