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Brasil registra 3.887.199 milhões de pessoas recuperadas

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O Brasil alcançou a marca de 3.887.199 pessoas curadas da Covid-19. No mundo, estima-se que pelo menos 17 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (533.597), que são os pacientes em acompanhamento médico.

O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (85,3%). As informações foram atualizadas às 17h30 de ontem (21/09) e enviadas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

A doença está presente em 99,6% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.718) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 4.346 municípios tiveram registros (78%), sendo que 786 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população. Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.

O Ministério da Saúde já enviou mais de R$ 83,9 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 25,6 bilhões voltados exclusivamente para combate ao coronavírus. Também já foram comprados e distribuídos mais de 20,3 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 255,4 milhões de EPI, mais de 14,5 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus. O Ministério da Saúde, em apoio a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 10.711 equipamentos para todos os estados brasileiros.

As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil tem 4.558.068 casos confirmados da doença, sendo 13.439 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.

Em relação aos óbitos, o Brasil possui 137.272 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registradas 377 mortes nos sistemas oficiais, a maior parte aconteceu em outros períodos, mas tiveram conclusão das investigações com confirmações das causas por Covid-19 apenas neste período. Assim, 263 óbitos, de fato, ocorreram nos últimos três dias. Outros 2.428 permanecem em investigação.

 

Fonte: Assessoria

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Imposto de importação para soja e milho é zerado até 2021

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Imposto de importação para soja e milho é zerado até 2021

Dois dos principais grãos da agricultura nacional – soja e milho – terão a alíquota do imposto de importação zerada a fim de manter o equilíbrio na oferta desses produtos no mercado doméstico.  A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) na sexta-feira (16), durante reunião extraordinária, a partir de propostas apresentadas pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (sobre a soja) e da Economia (sobre o milho).

A suspensão temporária do imposto de importação para soja (grão, farelo e óleo de soja) valerá até 15 de janeiro de 2021. Já em relação ao milho, as importações brasileiras sem pagamento de imposto irão até 31 de março de 2021. O estabelecimento dessas datas visa não comprometer a comercialização da próxima safra, que tem a colheita prevista para início do próximo ano.

O aumento pela demanda mundial de alimentos, ocasionado pela ocorrência da pandemia da Covid-19, gerou reflexos semelhantes, mas com motivações diferenciadas, nos mercados relativos a essas duas commodities. No caso do milho, houve um aumento no consumo interno para abastecer a produção de proteína animal, que registrou crescimento nas exportações. Movimento que já vem sendo registrado nas últimas duas décadas, a uma taxa de 14,3% ao ano.

No caso da soja e derivados, como farelo e óleo, também houve aumento nas vendas externas que ganharam impulso com a valorização do dólar.

“Em virtude desses fatores, foi conveniente buscar uma medida preventiva, de maneira a equalizar as condições de importação de terceiros países com o Mercosul, fortalecendo o abastecimento do mercado doméstico”, afirma o diretor de Comercialização e Abastecimento, Sílvio Farnese.

É importante ressaltar, segundo o diretor do Mapa, que não há expectativa de falta dos produtos. O objetivo é promover um ajuste entre a oferta e demanda desses produtos no período anterior à colheita da safra 2020/2021, que ocorre a partir do início do próximo ano.

Cenário

Neste ano, o Brasil está colhendo safra recorde de soja, estimada em 124,8 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No entanto, a desvalorização do real provocou elevação no preço do produto, gerando atratividade para as exportações, aliado ao aumento de demanda externa, notadamente pela China.

O milho deverá registrar uma colheita de 102,5 milhões de toneladas, expansão de 2,5% em relação à safra anterior. O fator cambial também tem contribuído para facilitar as vendas externas, que somaram entre janeiro e setembro 20,5 milhões de toneladas e deverão fechar no patamar superior a 34,5 milhões de toneladas.

No último dia 9 de setembro, a Camex zerou a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado até 31 de dezembro deste ano, atendendo uma solicitação do Mapa. Neste caso, a redução temporária está restrita à cota de 400 mil toneladas. Até o início do mês, o Brasil já havia negociado 225 mil toneladas de arroz dos Estados Unidos, Índia e Guiana, que deverão entrar no país até novembro.

No caso do milho e da soja, não houve definição de cota de importação.

Gecex

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) é o núcleo executivo colegiado da Camex, responsável por definir alíquotas dos impostos de importação e exportação, fixar medidas de defesa comercial, internalizar regras de origem de acordos comerciais, entre outras atribuições.

Segundo o Decreto 10.044/2019, o Gecex é integrado pela Presidência da República, pelos ministérios da Economia, das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Fonte: Assessoria – Foto: iStock/Mapa

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COVID-19: vacina pode sair em dezembro e grupo de risco será prioridade, diz secretário

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, disse, na manhã de quinta-feira (8), que a perspectiva do Ministério da Saúde sobre a produção das vacinas é positiva e que, em um cenário positivo, a imunização poderá estar disponível em dezembro. Em Mato Grosso, o gestor apontou que o grupo de risco será a prioridade.

A fala do secretário foi feita durante coletiva de imprensa, realizada no Hospital Lions da Visão, em Cuiabá. No encontro, o gestor apontou que toda campanha de imunização é coordenada pelo Ministério da Saúde e que, neste instante, o estado não está envolvido em nenhum tipo de mobilização para adquirir vacinas.

‘Quem faz a aquisição das vacinas é o Ministério da Saúde, disponibilizando aos estados. O governo de Mato Grosso não está tomando nenhuma iniciativa de fazer aquisição pontualmente pelo governo do Estado. É um investimento muito substancial, não existe vacina aprovada ainda e a nossa consonância com o Conass e o Ministério da Saúde é para que todos os estados sejam atendidos’, explicou Figueiredo.

O grupo de risco citado pelo secretário como sendo o primeiro a receber a vacinação, quando estiver disponível, é composto tanto por pessoas com comorbidades quanto por profissionais da saúde – que ocupam a linha de frente entre os serviços mais requisitados durante a pandemia.

Quanto às vacinações, o secretário foi incisivo ao falar que as vacinas estão em fase de teste. Neste cenário, o imunizadores poderão estar disponíveis, em uma perspectiva positiva, entre o final de dezembro e início de janeiro de 2021.

‘Tem vacinas que estão sendo utilizadas na fase de teste e nenhuma vacina vai ser implementada no país se não tiver a garantia que ela atingiu o grau de resolutividade necessário para se incorporar ao calendário vacinal que tem o Ministério da Saúde. O Brasil é um dos países com maior cobertura vacinal do mundo e essa é mais uma que vai entrar para seu calendário’, apontou Figueiredo.

Fonte: Khayo Ribeiro/Gazeta Digital – Foto: Christiano Antonucci

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