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Com saúde em colapso em MT, bebê de um ano e mais 55 pessoas morrem de Covid-19 em 24h

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (17), 279.178 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 6.574 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Apenas nas últimas 24 horas foram registradas 56 mortes pela doença, entre elas a de um bebê de um ano, de Cuiabá.

Conforme o boletim, foram notificadas 2.115 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 279.178 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 13.622 estão em isolamento domiciliar e 256.951 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 478 internações em UTIs públicas e 502 enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,31% para UTIs adulto e em 63% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (60.198), Rondonópolis (21.798), Várzea Grande (17.572), Sinop (14.017), Sorriso (10.992), Tangará da Serra (10.478), Lucas do Rio Verde (9.814), Primavera do Leste (8.327), Cáceres (6.131) e Nova Mutum (5.466).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 242.290 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 2.232 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última terça-feira (16), o Governo Federal confirmou o total de 11.603.535 casos da Covid-19 no Brasil e 282.127 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 11.519.609 casos da Covid-19 no Brasil e 279.286 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quarta-feira (17).

Fonte: Olhar Direto

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Vereadores se reúnem com Engenheiro da Prefeitura e cobram andamento de obras

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Os Vereadores da Câmara Municipal de Guarantã do Norte se reuniram com o Eng° Genivaldo  Gomes, responsável por fscalizar as obras da prefeitura na cidade. Em pauta os vereadores queriam saber qual o motivo das obras de pavimentação asfáltica não estarem sendo executadas com qualidade.

Gomes por sua vez, relatou que por parte da administração pública os compromissos estão em dia, mas que as empresas contratadas infelizmente não estão entregando as obras com a excelência que foram prometidas.

A vereança cogitou a possibilidade de se judicializar as empresas responsáveis, mas tal ação pode parar totalmente as obras causando ainda mais prejuízos aos cofres públicos e a população.

 

O setor da cidade que mais sofre com essas obras no momento é o Bairro Aeroporto, que devido também ao tempo chuvoso não consegue receber a logística necessária.

 

O presidente da Câmara Valcimar Fuzinato falou sobre o fato com preocupação. “Algo precisa ser feito o mais breve possível, até mesmo um paliativo. Vamos nos reunir com a administração, com as empresas contratadas, o que não pode é a população ficar sofrendo com esses transtornos,” finalizou.

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Mato Grosso

STJ nega liberdade a empresário acusado de fraude no transporte de MT

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O empresário Éder Augusto Pinheiro, dono da empresa Verde Transportes, teve a prisão mantida no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A decisão do ministro convocado Olindo Menezes, desembargador do TRF da 1ª Região, é do dia 2 de agosto.

No STJ, a defesa de Éder Pinheiro pediu reconsideração de uma decisão liminar que negou a liberdade ao empresário, preso no dia 25 de julho após se entregar à Justiça. Antes, ele já havia ficado foragido por quase dois meses, em razão de um mandado de prisão que foi expedido no dia 18 de maio, fruto da Operação Rota Final 3, deflagrada em Mato Grosso.

Segundo a defesa do empresário, o pedido de prisão foi baseado em informações passadas por meio de um acordo de delação premiada, o que seria “manifestadamente ilegal, por tomar como verdadeiras, sem a devida comprovação, as alegações do colaborador premiado”. A argumentação da defesa é feita com base em entendimentos do próprio STJ, conforme a decisão.

Os advogados ainda apontaram que o acesso à delação estava sendo sonegado, e que, por isso, demoraram para conseguir estudar a documentação. Por isso, pediram que seja aceito o pedido de reconsideração da decisão que negou liberdade a Éder Pinheiro.

Entretanto, o desembargador ponderou que o pedido dos advogados foi apresentado fora do prazo. Isso porque a decisão liminar foi publicada no dia 10 de junho, mas a defesa apenas recorreu no dia 8 de julho. Pelo prazo judicial, o recurso deveria ser protocolado em até cinco dias.

“Ademais, a jurisprudência do STJ não admite agravo regimental de decisão que, de forma fundamentada, indefere ou concede liminar em habeas corpus. […] Ante o exposto, não conheço do pedido de reconsideração”, assinalou o relator.

 

Líder de organização criminosa

 

Éder Pinheiro foi acusado, no âmbito da Operação Rota Final, de ser o líder de uma organização criminosa que criou esquema de fraude no transporte intermunicipal de Mato Grosso. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, oferecida no dia 21 de julho, o grupo praticou corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, impedimento e perturbação à licitação, afastamento de licitantes, e crime contra a economia popular.

Alvo da terceira fase da operação, em maio deste ano, Éder ficou foragido por mais de dois meses, até que se entregou à Polinter no dia 25 de julho.

Fonte: Repórter MT

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