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Copinha: Em jogo de golaços Inter vence Corinthians e está na final

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O Internacional derrotou o Corinthians por 3 a 1, na noite desta terça (21) na Arena Barueri, e se classificou para a final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, onde buscará o pentacampeonato.

O colorado disputará a final da competição no próximo sábado contra o vencedor de Oeste e Grêmio, que se enfrentam na próxima quarta, a partir das 17h30, na Arena Barueri.

O jogo

A partida começou muito disputada, com as duas equipes buscando o gol a todo momento. Mas o colorado foi mais efetivo, abrindo o placar aos 15 minutos do primeiro tempo, quando Guilherme Pato acertou chute rasteiro de muito longe para superar o goleiro Guilherme.

Mesmo diante do maior campeão da Copinha, o Inter não diminuiu o ritmo com a vantagem no marcador, e ampliou aos 4 minutos da etapa final, quando Guilherme Pato recupera a bola no campo de ataque e cruza na medida para Matheus Monteiro apenas escorar.

O terceiro gol colorado sai aos 30 minutos, quando Nicolas acerta uma bomba de direita da entrada da área para acertar o ângulo do gol defendido por Guilherme. Um golaço.

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Gol de honra

Porém, mesmo com a ampla desvantagem o Corinthians não se entregou, e chegou ao gol de honra aos 41 minutos. O camisa 10 Ruan Oliveira cobra uma falta digna de camisa 10 para levantar a fiel torcida. Placar final 3 a 1.

Edição: Fábio Lisboa

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Coluna – Novo ranking no vôlei

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A partir do dia 1º de fevereiro a Federação Internacional de Vôlei (FIVB, na sigla em inglês) passou a adotar um novo critério para a formação do ranking mundial. A classificação antiga era simples de ser calculada. Eram atribuídos pontos de acordo com a colocação das equipes nas principais competições do calendário. Os campeões olímpico e mundial, por exemplo, ganhavam 100 pontos cada. Na Liga das Nações eram concedidos 50 pontos ao vencedor.

O novo sistema é complexo. Ele adota um algoritmo que calcula pontuações a partir de cada de jogo oficial em competições organizadas pela federação. Esse algoritmo calcula probabilidades de resultados de cada jogo, baseando-se no histórico das equipes e levando em conta a posição deles no ranking mundial. Assim, tomando como exemplo um jogo masculino entre Brasil e Portugal, a probabilidade de dar 3×0 para os brasileiros é maior. Isso será identificado pelo algoritmo. Caso o resultado se confirme, o Brasil ganha uma pontuação não tão alta, já que aconteceu o que era esperado. Mas se Portugal surpreender e vencer os brasileiros, os portugueses ganharão mais pontos, por causa da “improbabilidade”, digamos assim, daquele placar. Ainda nessa simulação, o Brasil perderia pontos por causa do resultado inesperado.

Lembrando que uma partida de vôlei pode ter seis resultados diferentes: 3×0, 3×1, 3×2, 2×3, 1×3 e 0x3. O algoritmo atribuirá pontos para cada uma dessas possibilidades. A nova pontuação é dada após cada partida. Apesar de a nova classificação ter entrado em vigor no início de fevereiro, a FIVB começou a calcular os pontos para o novo ranking em janeiro de 2019. Ou seja, todos os jogos oficiais do ano passado foram levados em consideração.

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No antigo ranking feminino, as oito melhores seleções do mundo eram, pela ordem: China, Estados Unidos, Sérvia, Brasil, Rússia, Holanda, Japão e Itália. No ranking atualizado com os novos critérios, a sequência tem China, Estados Unidos, Brasil, Itália, Turquia, Sérvia, Japão e Rússia. A principal diferença entre as duas listas é a posição da Sérvia. As atuais campeãs do mundo caíram da terceira para a sexta colocação. A explicação disso é justamente a forma como o novo ranking é organizado. Como em boa parte da temporada passada a seleção europeia foi representada por um time alternativo e perdeu jogos importantes contra rivais diretos (como o Brasil, por exemplo), a nova lista foi desfavorável para a Sérvia. Por outro lado, a Turquia deu um salto e passou da 12ª posição no ranking antigo para a 5ª no atual.

18/08/2019 amistoso de Vôlei  Brasil e Argentina

Com o novo sistema, a seleção feminina subiu uma posição no ranking – Arquivo/Gaspar Nóbrega/Inovafot

O ranking masculino que esteve em vigor até o último dia de janeiro trazia, pela ordem de classificação, Brasil, Estados Unidos, Polônia, Itália, Rússia, Argentina, Canadá e Irã nas primeiras oito colocações. A lista atualizada tem Brasil, Polônia, Estados Unidos, Rússia, Argentina, França, Itália e Irã. A principal diferença entre os rankings masculinos é a entrada da França, que subiu da 9ª para a 6ª posição.

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O sistema de ranqueamento das seleções é importante porque é adotado pela FIVB como um dos critérios para a classificação em algumas competições, como os Jogos Olímpicos. O principal argumento da federação para realizar as mudanças no ranking foi torná-lo mais justo. Nesse sentido, acredito que o novo sistema, se funcionar conforme o prometido, tende a deixar os rankings mais equilibrados, de acordo com o que é visto nas principais competições internacionais. Um exemplo disso é a seleção feminina da Turquia, que vinha se destacando nas principais competições do ciclo olímpico, mas ocupava apenas a posição de número 12 na lista. O mesmo pensamento se aplica à França no masculino.

Outro fator que comprova a justiça do novo sistema é a comparação com os grupos dos Jogos de Tóquio. Nas competições masculina e feminina, das 12 seleções de cada gênero classificadas para Tóquio 2020, 10 delas (incluindo o anfitrião Japão) formam o top 10 das melhores seleções do planeta no novo sistema.

Edição: Fábio Lisboa

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Grega será primeira mulher a iniciar revezamento da tocha olímpica

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Pela primeira vez desde 1936 uma mulher dará início ao revezamento da tocha olímpica. A atiradora grega Anna Korakaki, de 23 anos, foi a escolhida para protagonizar o ato simbólico nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A atleta grega, medalha de ouro na Rio 2016 no tiro de pistola a 25m, foi selecionada pelo Comitê Olímpico da Grécia. Faz parte da tradição dos Jogos Olímpicos um atleta natural do país, berço da Olímpiada, dar início ao revezamento da tocha.

O caminho do artefato começa a ser trilhado no dia 12 de março, após uma cerimônia especial no histórico estádio de Olímpia, na Grécia. A tocha de Tóquio 2020 será acesa por uma atriz, personalizando uma sacerdotisa, que a entregará a Anna Korakaki. A atleta grega fará o percurso inicial e depois dará a tocha acesa à corredora japonesa Mizuki Noguchi, campeã na maratona dos jogos de Atenas 2004. A maratonista e outros dois campeões olímpicos japoneses (o judoca Tadahiro Nomura e a lutadora SAori Yoshida) carregarão a tocha pela Grécia.

Por fim, caberá a outra atleta grega, Ekatemi Stefanidi, campeã olímpica no salto com vara, entregar a tocha para o comitê organizador dos Jogos de Tóquio 2020, no estádio Panatenaico, em Atenas. No dia 20 de março a tocha deixa a Grécia com destino ao Japão. Ao chegar ao destino, a tocha acesa passará por 47 cidades, começando pela região de Tohokui, no nordeste do país asiático. O revezamento da tocha terminará no novo estádio Nacional de Tóquio, no dia 24 de julho, dia da abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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