Peixoto de Azevedo

DNIT inicia obras de recuperação de ponte sobre o rio Peixoto

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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) iniciou as obras de recuperação da ponte sobre o rio Peixoto de Azevedo, na região Norte de Mato Grosso. A estrutura está localizada no km 1.031 da BR-163/MT, no limite entre os municípios de Peixoto e Matupá. As equipes da Autarquia começaram os serviços preliminares envolvendo a parte de fundação do empreendimento e, nesse momento, o trânsito flui normalmente no local.

As obras consistem na restauração completa da ponte, além do reforço estrutural, do pavimento, do guarda corpo e da iluminação. O empreendimento está orçado em R$ 2,5 milhões e deve ser finalizado até o fim do ano.

Os serviços são necessários para melhorar a estrutura da ponte que recebe um tráfego intenso de veículos pesados. Por este trecho da BR-163/MT passam mais de 2.000 caminhões por dia que seguem rumo aos portos do Arco Norte, no estado do Pará.

A BR-163/MT é a principal rodovia federal de Mato Grosso porque interliga o estado de norte a sul, dando vazão ao escoamento da produção. Além de absorver o trânsito urbano entre as duas cidades, a ponte faz parte de uma rota de escoamento dos grãos do agronegócio que são exportados para o mercado internacional.

Fonte: Assessoria DNIT – Foto: Divulgação

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Peixoto de Azevedo

PJC prende tarado que estuprou afilhada por 2 anos em Peixoto de Azevedo

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Um homem que praticou abusos contra a afilhada foi preso nesta semana pela Polícia Civil, em Peixoto de Azevedo (691 km ao norte de Cuiabá), depois que Delegacia do município foi acionada sobre a prática criminosa hedionda.

A vítima tem atualmente 10 anos e sofreu os abusos desde os oito anos. A criança ficava com o padrinho em períodos em que a mãe precisava sair para trabalhar.

Os abusos foram relatados à mãe, que procurou a Delegacia de Peixoto de Azevedo e registrou a denúncia.

O delegado Edmundo Félix de Barros Filhos instaurou inquérito e representou pela prisão temporária do suspeito.

A criança ainda será ouvida em depoimento especial, previsto na Lei 11.431/2017 e aplicado para evitar a revimitização.

Durante o ano passado, Mato Grosso registrou 1.142 ocorrências de estupro de vulnerável (vítimas abaixo de 14 anos ou em situação de vulnerabilidade).

 

Fonte: Folha Max

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Peixoto de Azevedo

Prefeito e vice de Peixoto de Azevedo são cassados por abuso de poder econômico e caixa dois

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A Justiça Eleitoral cassou os mandatos do prefeito reeleito de Peixoto de Azevedo, Mauricio Ferreira de Souza (PSDB), e do vice, Gilmar do Esporte, por abuso de poder econômico e caixa dois. A decisão desta segunda-feira (26) é do juiz eleitoral Evandro Juarez Rodrigues.

Em nota, Mauricio e Gilmar informam que ainda não foram intimados. No entanto, o advogado deles disse que o juiz responsável pela decisão deixou de observar a todos os pontos da defesa, que apontam a ação como improcedente.

“Adotaremos as medidas judiciais cabíveis para reforma da sentença. Esclarecemos à população que continuaremos a frente do Poder Executivo cumprindo as funções constitucionais e legais, e, acima de tudo, fazendo com que o município continue trilhando o caminho do progresso”, dizem.

Mauricio é o quinto prefeito eleito em 2020 que foi cassado em Mato Grosso. Além dele, foram cassados os prefeitos de Acorizal, Campo Novo do Parecis, Torixoréu e Matupá.

O juiz afirma na sentença que, por determinação do então candidato Gilmar, uma funcionária, que ganharia R$ 14,5 mil, contratou 42 pessoas para trabalharem como cabo eleitoral na campanha e receber R$ 300 cada e uma pessoa para receber R$ 480.

Em contrapartida, a defesa argumenta que os candidatos não contrataram a mulher responsável pelos cabos eleitorais e que, por isso, não tinham conhecimento dos fatos.

Apesar disso, o magistrado afirma que os documentos apresentados pela defesa não foram suficientes para comprovar a não participação, já que a suposta funcionária apresentou conversas por aplicativos com o então candidato.

“O que há nos autos é um conflito entre as provas documentais juntadas com a petição inicial e as provas testemunhais, especificamente no que concerne à utilização de cabos eleitorais na campanha eleitoral dos representados sem a devida contabilização dos gastos em sua campanha eleitoral, prática conhecida como caixa 2”, explica.

Segundo o juiz, a maioria das provas contidas nos autos estão relacionadas ao vice-prefeito Gilmar. No entanto, por fazer parte da chapa majoritária, o prefeito Mauricio também deverá responder pelos crimes.

“É grave a conduta de quem se afasta da regulamentação estabelecida para o financiamento de campanha, seja percebendo contribuição de fonte vedada, seja lançando mão de recursos oriundos de fontes não declaradas, de caixa dois, seja, enfim, extrapolando os limites de gastos adrede fixados”, cita o juiz.

Fonte: G1MT

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