Nacional

Fraude? Corregedoria da PM investiga prova com 100% dos candidatos aprovados

Publicado

source
PM arrow-options
Gabriel de Paiva/Agência O Globo

Corregedoria investiga resultado de concurso da PM

A Corregedoria da Polícia Militar (PM) investiga o resultado de uma prova interna da corporação, parte do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos, realizada em dezembro do ano passado.

Leia também: “Responsáveis por queda de avião serão punidos”, garante presidente do Irã

Todos os 30 candidatos que fizeram o exame na sala 29 Colégio estadual Edmundo Bittencort, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, conseguiram aprovação. As notas foram divulgadas no boletim interno da PM do último dia 30.

Questionada, a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Polícia Militar informou, por nota, que a 7ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) abriu um procedimento apuratório para averiguar as circunstâncias do fato.

Levantamento feito pelo Extra demonstra que em salas vizinhas – a 27 e 28 – do mesmo colégio estadual de Teresópolis, os índices de aprovação foram de 45% e 51,6%, respectivamente.

A prova é necessária para que segundos-sargentos consigam promoção para primeiros-sargentos. Na sala 27, 14 dos 31 candidatos foram aprovados. Já na 28, dos 31 candidatos, 16 conseguiram nota para serem aprovados.

Leia mais:  Governo discute maior plano de exploração da Amazônia desde a ditadura, diz site

Leia também: Avó pendura neto de sacada de prédio para resgatar gato na China

Um projeto de lei já aprovado na Assembleia Legislativa do Rio acaba com a necessidade de curso de aperfeiçoamento e de prova para a promoção de segundo para primeiro-sargento.

“Os sargentos da Polícia Militar ( PM ) e dos Bombeiros Militares serão promovidos à 2º (segundo) e 1º (primeiro) sargento por tempo de serviço, sem a necessidade de prestar qualquer curso de aperfeiçoamento”, afirma o texto legal aprovado no fim de dezembro. A lei ainda precisa ser sancionado por Wilson Witzel, governador do Rio.

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Homem que usou braçadeira nazista é denunciado pela promotoria de Minas

Publicado

source
José Eugênio Adjuto sentado à mesa do bar com braçadeira arrow-options
Arquivo pessoal

Homem foi denunciado com base em lei que prevê pena para quem faz divulgação do nazismo

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou nesta quarta-feira (22) o homem que usou uma braçadeira vermelha com uma suástica nazista em um bar de Unaí, em Minas Gerais, a 400 km de Belo Horizonte .

O caso aconteceu em dezembro do ano passado e a imagem viralizou na internet depois que um dos clientes do bar filmou José Eugênio Adjuto sentado à mesa. Nas imagens, é possível ver o momento em que policiais militares conversam com um funcionário do bar e aparentemente decidem não prender o homem.

Leia também: “Talvez não esteja bem da cabeça”, diz Olavo após citação nazista de secretário

Adjuto foi denunciado com base no artigo 20 da lei 7.716/89, que prevê pena de reclusão a quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. A pena é de dois a cinco anos de prisão, além de pagamento de multa.

Leia mais:  Governo discute maior plano de exploração da Amazônia desde a ditadura, diz site

Segundo a promotoria, as investigações apontam que Adjuto tinha posicionamentos extremistas e conhecimento histórico sobre a Segunda Guerra Mundial. A denúncia diz que ele também sabia o que o símbolo representava, além de ter fabricado a faixa artesanalmente.

Leia também: Após demissão de Roberto Alvim, Bolsonaro diz repudiar totalitarismo e genocídio

Em depoimento à Polícia Civil em dezembro, Adjuto disse que usou o brasão como um símbolo religioso antigo de “felicidade”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Caso Marielle: Élcio Queiroz tem perfil de ódio pela esquerda, apura MP

Publicado

source
Élcio Queiroz arrow-options
Reprodução/Facebook

Élcio Queiroz

O ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz , preso pela morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes , pesquisou os perfis de políticos filiados a partidos de esquerda no Facebook.

Leia mais: Viúva de Marielle diz que ficou ‘feliz’ com nova posição de Moro

Para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), o interesse por essas contas demonstra que Élcio tinha os mesmos interesses do amigo Ronnie Lessa , sargento reformado da PM, nutrindo o mesmo ódio a nomes ligados a siglas de esquerda e movimentos sociais de defesa aos direitos humanos. Queiroz e Lessa estão presos desde março do ano passado, suspeitos do crime, na Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia, no norte do estado.

Leia também: Moro muda de opinião e agora é contra federalizar caso Marielle

As pesquisas de Queiroz no Facebook estão citadas nas alegações finais que o MPRJ entregou no dia 18 de dezembro ao juiz Gustavo Kalil, do 4º Tribunal do Júri da capital, onde tramita o processo de homicídios da vereadora e do motorista.

Leia mais:  Polícia troca tiros com bandidos após invasão a laboratório de drogas; assista

Em datas anteriores ao crime, ocorrido em 14 de março de 2018, o ex-policial acessou os perfis do ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e da deputada Jandira Feghali, entre outros políticos, mas não se interessou pela conta de Marielle. Para os investigadores, isso é um sinal de que o nome da vereadora só entrou na mira dos acusados cerca de 15 dias antes do crime.

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Polícia MT

Mato Grosso

Política MT

Política Nacional

Economia

Mais Lidas da Semana