GUARANTÃ DO NORTE

Guarantã mantêm pelo 7º mês seguido saldo positivo na geração de empregos; serviços lideram

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Guarantã do Nore teve pelo sétimo mês consecutivo resultado positivo na geração de empregos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em julho, juntas as empresas e indústrias de todos os segmentos comerciais abriram 9 novas vagas, resultado de 221 admissões e 212 demissões. Em junho, o saldo foi maior com 63 novos postos de trabalho.

No mês passado, o setor de serviços foi que teve o melhor desempenho com 13 pessoas empregadas a mais, saldo de 72 contratados e 59 demitidos. Na sequência, aparece a agropecuária com 10 novos postos de trabalho, resultado de 24 admissões e 14 demissões. Já a construção civil criou 2 novas vagas.

Por outro lado, foram encerradas 9 vagas no comércio ao demitir 92 trabalhadores e contratar 83. A indústria da transformação fechou 4, serviços industriais de utilidade pública fecharam 2 e o extrativismo mineral uma.

Com esse resultado, as empresas e indústrias geraram de janeiro a julho, 235 vagas a mais. Já em 12 meses, foram 381.

Nova Mutum voltou a ter saldo negativo na geração de empregos ao encerrar 11 vagas a mais, no mês passado.

Já Lucas do Rio Verde gerou pelo terceiro mês consecutivo mais vagas de empregos. Foram 220 novas contratações.

Sorriso gerou no mês passado, 174 vagas de empregos com carteiras assinadas.  Sinop também teve novo saldo positivo ao gerar 302 vagas formais a mais de empregos.

Já a capital de Mato Grosso voltou a ter saldo negativo no setor de empregos.Foram fechadas 67 vagas a mais, resultado de 6.851 demissões e 6.784 contratações.

Em todo o Estado, mês passado, as empresas e indústrias de todos os segmentos comerciais geraram 4.169 vagas a mais.

Fonte: Só Notícias/Cleber Romero

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GUARANTÃ DO NORTE

Bombeiros de Guarantã do Norte fazem resgate, mas motorista morre antes de chegar ao hospital

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O Corpo de Bombeiros informou que fez o resgate do motorista de uma Mercedes-Benz branca, que tomou na Serra do Cachimbo, já na região do Pará. No entanto, quando estavam chegando em Guarantã do Norte, hoje, no início da tarde, o caminhoneiro acabou não resistindo aos graves ferimentos e morreu. Ele foi identificado como Gildásio Menezes da Silva, de 65 anos.

Um soldado dos Bombeiros explicou que o caminhoneiro foi retirado das ferragens da carreta por populares que fizeram o deslocamento dele e encontraram a Unidade de Resgate durante o deslocamento. “Fizemos a transferência e seguimos para Guarantã. No caminho, fizemos até um torniquete (usado para barrar a circulação sanguínea), mas faltando pouco para chegar na cidade ele morreu”, disse o militar.

O motorista teve as pernas prensadas pelas ferragens da carreta que tombou de lado. Por conta disso, sofreu lesões graves e uma das pernas acabou sendo amputada.

As possíveis circunstâncias de como pode ocorrido o tombamento da carreta não foram detalhadas. A Polícia Civil investigará as causas.

O local onde Gildásio Menezes será sepultado ainda não foi confirmado.

Só Notícias/Cleber Romero

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GUARANTÃ DO NORTE

Macaca vítima de atropelamento é resgatada em Guarantã do Norte.

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Uma macaca da espécie cuxiú-de-nariz-branco foi resgatada às margens da rodovia BR-163. A primata foi entregue pela população ao Corpo de Bombeiros Militar que acionou a regional da secretaria de Estado de Meio Ambiente em Guarantã do Norte, ontem.

O animal recebeu os primeiros atendimentos em uma clínica particular no município seguiu para o câmpus de Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso. A jovem fêmea aparenta ter sido vítimas de maus tratos. Por ser dócil e apresentar subnutrição, há suspeita de que tenha sido domesticada ilegalmente.

A Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema já acionou Centro Nacional de Primatas para que a macaca receba os devidos encaminhamentos assim que tiver alta hospitalar. O cuxiú-de-nariz-branco é uma espécie quase ameaçada de extinção nativo da região Sul da Floresta Amazônica. É um primata pequeno, de até 3 quilos, e normalmente vive em bandos de até 40 indivíduos.

A Sema orienta a população a não tentar domesticar animais de vida livre. Manter animais silvestres em cativeiro sem a devida anuência dos órgãos ambientais é ilegal e traz prejuízos à saúde do animal e ao desenvolvimento do animal, como estresse e subnutrição, podendo, inclusive, leva-lo a óbito.

Redação Só Notícias (foto: assessoria)

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