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Idosa abre portão para dar água a adolescentes, é roubada e agredida

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TV ANHANGUERA

Idosa foi agredida com coleira

Uma mulher de 89 anos foi agredida com uma coleira e roubada dentro de casa, na cidade de Senador Canedo, em Goiás, após abrir porta para dar água a dois adolescentes, de 12 e 16 anos.

Segundo a vítima, os suspeitos, que eram conhecidos, pediram água e a sufocaram com uma coleira de cachorro quando ela abriu a porta, arrastando a mulher pela casa e perguntando por dinheiro e celular.

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Quando encontraram o aparelho, eles abandonaram a idosa desmaiada e fugiram. A mulher acordou, pediu ajuda de vizinhos, que chamaram a polícia. Os policiais fizeram rondas na região, encontraram os adolescentes e conseguiram recuperar o celular da mulher.

A mulher foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento e os dois adolescentes foram apreendidos pela polícia.

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Homem que usou braçadeira nazista é denunciado pela promotoria de Minas

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José Eugênio Adjuto sentado à mesa do bar com braçadeira arrow-options
Arquivo pessoal

Homem foi denunciado com base em lei que prevê pena para quem faz divulgação do nazismo

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou nesta quarta-feira (22) o homem que usou uma braçadeira vermelha com uma suástica nazista em um bar de Unaí, em Minas Gerais, a 400 km de Belo Horizonte .

O caso aconteceu em dezembro do ano passado e a imagem viralizou na internet depois que um dos clientes do bar filmou José Eugênio Adjuto sentado à mesa. Nas imagens, é possível ver o momento em que policiais militares conversam com um funcionário do bar e aparentemente decidem não prender o homem.

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Adjuto foi denunciado com base no artigo 20 da lei 7.716/89, que prevê pena de reclusão a quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. A pena é de dois a cinco anos de prisão, além de pagamento de multa.

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Segundo a promotoria, as investigações apontam que Adjuto tinha posicionamentos extremistas e conhecimento histórico sobre a Segunda Guerra Mundial. A denúncia diz que ele também sabia o que o símbolo representava, além de ter fabricado a faixa artesanalmente.

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Em depoimento à Polícia Civil em dezembro, Adjuto disse que usou o brasão como um símbolo religioso antigo de “felicidade”.

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Caso Marielle: Élcio Queiroz tem perfil de ódio pela esquerda, apura MP

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Reprodução/Facebook

Élcio Queiroz

O ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz , preso pela morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes , pesquisou os perfis de políticos filiados a partidos de esquerda no Facebook.

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Para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), o interesse por essas contas demonstra que Élcio tinha os mesmos interesses do amigo Ronnie Lessa , sargento reformado da PM, nutrindo o mesmo ódio a nomes ligados a siglas de esquerda e movimentos sociais de defesa aos direitos humanos. Queiroz e Lessa estão presos desde março do ano passado, suspeitos do crime, na Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia, no norte do estado.

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As pesquisas de Queiroz no Facebook estão citadas nas alegações finais que o MPRJ entregou no dia 18 de dezembro ao juiz Gustavo Kalil, do 4º Tribunal do Júri da capital, onde tramita o processo de homicídios da vereadora e do motorista.

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Em datas anteriores ao crime, ocorrido em 14 de março de 2018, o ex-policial acessou os perfis do ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e da deputada Jandira Feghali, entre outros políticos, mas não se interessou pela conta de Marielle. Para os investigadores, isso é um sinal de que o nome da vereadora só entrou na mira dos acusados cerca de 15 dias antes do crime.

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