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Mais uma criança é vítima de bala perdida no Rio de Janeiro

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Daniel Castelo Branco/Agência O Dia

Fato ocorreu na Cidade de Deus

Uma criança foi vítima de bala perdida na Cidade de Deus, na Zona Oeste, na tarde desta segunda-feira. Policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá) realizaram uma operação na comunidade e houve intenso tiroteio. A PM apura as circunstâncias nas quais a criança foi ferida.  As informações são do jornal O Dia.

Segundo dados do aplicativo Onde Tem Tiroteio (OTT-RJ), houve registro de tiroteio nas localidades conhecidas como Predinhos e Karatê, às 18h e 18h20, respectivamente. De acordo com a Polícia Militar, a operação acabou às 18h30 com a prisão de um suspeito e a apreensão de uma pistola Glock calibre 9mm, além de um carregador.

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A corporação informou que, uma hora depois do término da ação policial, que contou com um blindado, chegou ao conhecimento do comando do 18º BPM a criança foi atingida por projetil na localidade de Tangará. Ela foi socorrida por moradores para a UPA da Cidade de Deus. A identidade, idade e estado de saúde dela ainda é desconhecido.

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Os relatos de tiroteio na Cidade de Deus começaram ainda durante a madrugada de segunda-feira, se estendendo por parte da manhã, com tiroteios também na localidade Karatê. Apesar de informações de que o 18º BPM esteve no local, a PM negou a realização de operação neste período.

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Homem que usou braçadeira nazista é denunciado pela promotoria de Minas

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José Eugênio Adjuto sentado à mesa do bar com braçadeira arrow-options
Arquivo pessoal

Homem foi denunciado com base em lei que prevê pena para quem faz divulgação do nazismo

O Ministério Público de Minas Gerais denunciou nesta quarta-feira (22) o homem que usou uma braçadeira vermelha com uma suástica nazista em um bar de Unaí, em Minas Gerais, a 400 km de Belo Horizonte .

O caso aconteceu em dezembro do ano passado e a imagem viralizou na internet depois que um dos clientes do bar filmou José Eugênio Adjuto sentado à mesa. Nas imagens, é possível ver o momento em que policiais militares conversam com um funcionário do bar e aparentemente decidem não prender o homem.

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Adjuto foi denunciado com base no artigo 20 da lei 7.716/89, que prevê pena de reclusão a quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. A pena é de dois a cinco anos de prisão, além de pagamento de multa.

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Segundo a promotoria, as investigações apontam que Adjuto tinha posicionamentos extremistas e conhecimento histórico sobre a Segunda Guerra Mundial. A denúncia diz que ele também sabia o que o símbolo representava, além de ter fabricado a faixa artesanalmente.

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Em depoimento à Polícia Civil em dezembro, Adjuto disse que usou o brasão como um símbolo religioso antigo de “felicidade”.

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Caso Marielle: Élcio Queiroz tem perfil de ódio pela esquerda, apura MP

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Élcio Queiroz arrow-options
Reprodução/Facebook

Élcio Queiroz

O ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz , preso pela morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes , pesquisou os perfis de políticos filiados a partidos de esquerda no Facebook.

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Para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), o interesse por essas contas demonstra que Élcio tinha os mesmos interesses do amigo Ronnie Lessa , sargento reformado da PM, nutrindo o mesmo ódio a nomes ligados a siglas de esquerda e movimentos sociais de defesa aos direitos humanos. Queiroz e Lessa estão presos desde março do ano passado, suspeitos do crime, na Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia, no norte do estado.

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As pesquisas de Queiroz no Facebook estão citadas nas alegações finais que o MPRJ entregou no dia 18 de dezembro ao juiz Gustavo Kalil, do 4º Tribunal do Júri da capital, onde tramita o processo de homicídios da vereadora e do motorista.

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Em datas anteriores ao crime, ocorrido em 14 de março de 2018, o ex-policial acessou os perfis do ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e da deputada Jandira Feghali, entre outros políticos, mas não se interessou pela conta de Marielle. Para os investigadores, isso é um sinal de que o nome da vereadora só entrou na mira dos acusados cerca de 15 dias antes do crime.

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