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“Me senti humilhada”, diz jovem que usou saia considerada “inadequada” por RH

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Lillie Cattell, de 18 anos, era estagiária há 11 meses na empresa Warwick Estates, em Harlow, na Inglaterra, quando foi confrontada sobre a roupa que usava. Na semana passada, a jovem diz um que uma pessoa da equipe de Recursos Humanos lhe disse que sua saia era “inadequada” para o ambiente de trabalho.

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Lillie Cattell: mulher com saia arrow-options
Reprodução/Facebook/Lillie Cattell

Lillie Cattell foi trabalhar com uma saia que foi considerada “inadequada” pela área de Recursos Humanos da empresa

Segundo o portal essexlive.news , Lillie conta: “Ela me disse que o que eu estava usando era inadequado e me mandou para casa para me trocar. Eu fiquei frustrada e com raiva dentro de mim porque eu já tinha usado a mesma  saia várias vezes antes. Eu apenas disse tudo e fui embora.”

A jovem ainda diz que, segundo seus pais, ela se vestiu “de maneira inteligente” e ainda acrescenta: “Eu estava com vergonha de ter que sair, pegar minhas coisas e explicar ao meu gerente porque eu estava saindo. Quando entrei no carro, estava tendo um ataque de pânico. Não conseguia respirar.”

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Na volta para casa, enquanto seu pai dirigia, Lillie conta que ele precisou o carro na estrada. “Eu estava histericamente chorando. Apenas me senti humilhada”, ressalta. “Eu recebo um salário baixo e eles queriam que eu fizesse uma viagem de 40 minutos até minha casa para mudar de roupa ”, completa.

A estagiária ressalta que uma reunião informal foi oferecida para discutir a situação, mas ela recusou e diz que sentia que estava sendo “tratada como uma criança”. Lillie deveria deixar a empresa em 4 de setembro, mas decidiu sair antes por conta de toda a confusão com a roupa usada por ela.

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A jovem, que se sente vestida apropriadamente com a saia , acha que a empresa precisa fazer algumas mudanças sérias em suas políticas para evitar que isso aconteça com outra pessoa. “É preciso haver um código de vestimenta definido. As meninas não vão usar a mesma coisa que uma mulher de 40 ou 50 anos”, aponta. De acordo com o essexlive.news , a Warwick Estates não quis comentar o caso.

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Dicas para o mês de novembro

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Separei algumas dicas para o mês de novembro, um roteiro que transita entre gastrônomia, música, dança, moda e marketing.

Tome nota e aproveite!

Peru Week 2019

Começa hoje (05) até 20 de novembro, em todo o Brasil, a Peru Week 2019, principal campanha de promoção do turismo e da gastronomia do Peru, que esta na 7ª edição e conta com a participação de 73 empresas, só em São Paulo. Para comer, 29 restaurantes especializados na culinária peruana localizados na capital paulista contam com pratos e valores que vão de R$ 47,90 a R$ 110,00 (menu degustação com drink de boas vindas, entrada, prato principal e sobremesa), durante os 16 dias de campanha. Já, para viajar, partindo de São Paulo, 44 operadoras de turismo da cidade tem ofertas para diversos perfis de roteiros, experiências e valores, promovem 88 pacotes de viagens com condições e valores imbatíveis, a partir de USD 499,00.

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Perú Week arrow-options
Foto: Divulgação/PROMPERÚ

Perú Week

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Mulher quase fica cega ao tatuar delineador permanente nos olhos: “Dor imensa”

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Hannah Hopkins, de 37 anos, costuma viajar muito a trabalho e sempre pega voos nos primeiros horários da manhã. Por causa disso, a britânica, que mora em Oxford, Inglaterra, decidiu tatuar o traço do delineador nas pálpebras, afirmando que facilitaria na hora das viagens. A maquiagem permamente, porém, não saiu como ela esperava.

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Hannah com os olhos machucados arrow-options
Reprodução/Daily Mail

Hannah queria fazer um delineador permanente, mas o resultado não saiu como ela queria e seus olhos ficaram machucados

Ao Daily Mail , Hannah conta que se sentia muito pressionada para ter uma boa aparência a qualquer hora do dia e o delineador permanente a ajudaria com isso. Além desse procedimento, ela também esperava fazer micropigmentação nos lábios.

Mesmo tendo feito uma “extensa pesquisa” para encontrar um profissional capacitado, ela diz que a primeira impressão não foi das melhores. O responsável pelo procedimento chegou 30 minutos atrasado, a chamou diversas vezes pelo nome errado e não fez uma checagem de seus olhos e lábios antes de começar a maquiagem permanente 

Hannah, que é cega de um olho, pediu para que a mulher tomasse cuidado ao tatuar a pálpebra direita, cujo olho é artificial. A responsável pelo procedimento aplicou, então, um gel gelado sobre as pálpebras da mulher e não permitiu que ela visse um esboço do delineado — o que ela sentiu como outro sinal de que o procedimento não estava acontecendo como deveria.

Segundo ela, o gel aplicado era um anestésico e a profissional explicou que Hannah poderia ficar cega se abrisse os olhos  , informação que não havia sido passada para a paciente. 

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Fazer a tatuagem foi como “um filme de terror”

“Assim que ela começou a tatuar, senti uma dor imensa. Tudo o que podia ouvir era a agilha na máquina a milímetros dos meus olhos. Senti como se estivesse em um filme de terror”, lembra Hannah.  “Eu estou acostumara com a dor, porque ja fiz tratamentos estéticos antes, mas essa dor era diferente. Ela continuava limpando meu olhos com lenços, o que eu descobri depois que era porque meus olhos estavam sangrando muito.” 

“Eu pedi que ela parasse porque a dor estava demais e tentei me afastar, mas ela continuava pressionando meu rosto para baixo. Por causa disso, ela puxou minha pápebra direita, o que a deixou deformada”, continua. 

A britânica ainda conta que a mulher lhe disse para “aceitar” a dor e “parar de agir como um bebê”, além de afirmar que não pararia até ter terminado os dois olhos. 

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Resultado inesperado

Hannah ficou chocada quanto se olhou no espelho e viu seus olhos cobertos de sangue e bem inchados, as pálpebras pareciam ter sido “cortadas”. Se não fosse o bastante, ela diz que o traço do delineador permanente também não era como ela queria e um estava diferente do outro. 

Hannah após o tratamento arrow-options
Reprodução/Daily Mail

Hannah está passando por sessões de remoção de tatuagem após o erro no procedimento

Ela discutiu com a mulher que fez o procedimento, que afirmou que o inchaço iria desaparecer e tentou aplicar corretivo nas feridas para escondê-las.

Então, saiu da clínica sem pagar e “com muita dor” direto para o pronto socorro de um hospital próximo de onde mora. 

Segundo os médicos, os “cortes” nas pálpebras provavelmente aconteceram porque Hannah tem “o tipo errado de pálpebra para esse tratamento”, afirmando que a responsável deveria ter parado a tatuagem assim que o sangramento começou. 

Depois da experiência, Hannah afirma que foi diagnosticada com estresse pós-traumático.

Ela denunciou a responsável pelo procedimento por lesão corporal e ganhou a causa na justiça da Inglaterra, especialmente após descobrir que a mulher não tinha licença, mas não recebeu o dinheiro do processo.

Agora, ela está pagando 650 libras esterlinas (cerca de R$3345) em cada sessão de remoção do delineador permanente. No total, ela precisará de 10 sessões e, após isso, poderá fazer um tratamento para o dano que teve nos olhos. 

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