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Menino de 3 anos faz corte de cabelo na irmã e resultado fica inacreditável

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Quem tem filhos sabe… Se eles estão quietos demais é sinal de que estão aprontando alguma. E é exatamente isso que esse casal norte-americano conta ao jornal Daily Mail. 

fotos de antes e depois mostram cabelo da menina de 2 anos cortado em camadas num sidecut arrow-options
Reprodução/Daily Mail

Kimber, de 2 anos, recebeu um corte de cabelo feito pelo irmão de 3

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Brianna e Michael dizem que estavam na cozinha quando perceberam que o os filhos Colt e Kimber, de 3 e 2 anos respectivamente, estavam nesse momento “quieto demais”. Após procurar os dois, a mãe conta que flagrou os pequenos escondidos no closet, em um aterrorizante “salão de beleza” com direito a tesouras de verdade. 

Felizmente, o único “acidente” sofrido pela dupla foi o corte de cabelo de Kimber, que já estava feito quando a mãe encontrou os dois. De acordo com Brianna, “Colt estava com a tesoura acima da cabeça da irmã, enquanto ela aguardava muito quieta e pacientemente”. 

Para amenizar a situação, um vizinho que trabalha como cabeleireiro foi convocado para ajudar. “Eu estava com uma sessão marcada e então mandei uma mensagem para ele. ‘Esqueça os meus cabelos, preciso que você corte os cabelos de Kimber. Socorro’ e ele veio rapidamente”, disse a mãe ao DailyMail. 

Após alguns ajustes nos cabelos da menina, o resultado – um sidecut com camadas cheias de atitude – causou inveja até na própria Brianna. “Ela está feliz e eu também achei lindo. Até o Michel gostou e disse que ela está adorável”, comemorou. 

Apesar de o resultado ter dado certo, não evitou o  castigo do irmão mais velho, Colt. Segundo a mãe, ele foi convocado para usar o aspirador de pó e limpar toda sujeira que fez com os cabelos da irmã. “Acho que ele entendeu a lição e não fará isso de novo”.

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Brianna, porém, reconhece que talvez essa seja uma amostra da verdadeira vocação do pequeno, que parece ter um interesse especial pelas tesouras. “Sempre que que meu marido deixa que eu faça um corte de cabelo nele, Colt pede para me ajudar fazer também. Talvez ele seja um barbeiro no futuro”. 

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Mãe solo que sofreu isolamento social após gravidez cria “tinder das mães”

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O sentimento de solidão e a falta  de companhia após as duas gravidezes que viveu foi o que motivou a britânica Rebecca McGoff, de 37 anos, a criar o Buump Active, um aplicativo de relacionamentos que conecta mães que moram perto e incentiva a prática de exercícios em conjunto.

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Reproduçao/DailyMail

Mãe de duas meninas (8 e 12 anos), Rebecca diz que se sentiu solitária após o parto

O suporte para desenvolver o aplicativo veio do departamento de Esportes, Mídia e Cultura do Reino Unido, que em 2017 ofereceu financiamento para ideias que ajudassem pessoas a entrar em forma e mudar de vida. A ideia de Rebecca, que contou sua experiência como mãe , foi escolhida pela instituição e recebeu um aporte de 346 euros, o equivalente a cerca de R$1.600.

Em outubro do ano passado, nasceu o Buump Active, a primeira rede social do tipo, dedicada a manter as novas mamães ativas após o nascimento do bebê. Ao portal DailyMail, Rebecca disse que se sente “grata ao ajudar outras mães na busca pela sua melhor versão”. 

“Eu passava dias trancada em casa e saía apenas para pequenas caminhadas com o carrinho de bebê das minhas filhas , que hoje estão com 12 e 8 anos”, recorda ela. “As pessoas não falam sobre isso. Existe uma grande culpa em assumir que os primeiros dias de uma mãe são difíceis”, explica. 

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Assim como em aplicativos de namoro, o Buump permite a criação de um perfil e um “passeio” pelas informações de outras mães, ajustadas de acordo com a distância em que vivem. Após o primeiro contato, é possível marcar um encontro em um parque, aula de ioga ou outro local que as envolvidas julguem apropriado.

Fonte: IG Mulher

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“Amor de Mãe” aborda “barriga de aluguel”: como funciona e quem pode fazer?

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Popularmente conhecida como “barriga de aluguel”, a gestação por substituição ganhou evidência na novela “Amor de Mãe”, da TV Globo, na última semana. Na trama escrita por Manuela Dias, a personagem Thelma (Adriana Esteves) se oferece para gerar o neto após Camila (Jéssica Ellen) ter sofrido um aborto espontâneo do filho que esperava de Danilo (Chay Suede).
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Reprodução/ Globo

Na novela Amor de Mãe, da TV Globo, Thelma será barriga de aluguel para Danilo e Camila e gerará o neto

Esse procedimento vem sendo adotado por casais que não podem engravidar ou possuem problemas de fertilidade e saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), utilizar o termo ” barriga de aluguel ” é errado, é mais indicado “doação temporária do útero” ou “gestão por substituição”.
“A palavra ‘aluguel’ gera uma conotação monetária e, de acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que regula esse método, não é permitido que a doação temporária tenha caráter lucrativo ou comercial”, ressalta Adelino Amaral Silva, médico especialista da SBRA.
A resolução do CFM nº 2168, de 21 de setembro de 2017, afirma que as doadoras temporárias de útero devem pertencer à família de um dos parceiros, com parentesco de até quarto grau. Ou seja, mães, irmãs, tias, sobrinhas, primas e avós podem contribuir para a realização do sonho dos casais, assim como Thelma. Demais casos, a exemplo de casais que não possuem membros da família em condições de engravidar, ainda podem requerer uma autorização ao CFM para uma terceira pessoa possa emprestar o útero.
Em muitos casos, as mulheres que procuram esse procedimento nasceram sem útero ou tiveram que tirar o órgão cirurgicamente devido a doenças, sofreram problema médico que impeça ou contraindique a gestação ou são casais em união homoafetiva. 

Como funciona o procedimento de gestão por substituição?

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Unsplash

Parentes próximos são autorizados a serem “barriga de aluguel” de casal

O procedimento para uma gestão por substituição , no caso dos casais heterossexuais, o primeiro passo é a estimulação medicamentosa dos ovários da mãe biológica e o preparo do útero a ser doado temporariamente para que esteja receptivo aos embriões para a gestação.
“No dia em que se faz a retirada dos óvulos, o homem fornece os espermatozoides que serão utilizados para fazer a fecundação. Os embriões formados serão transferidos para o útero da mulher que está cedendo por meio do procedimento de fertilização in vitro”, explica o Adelino.
Em casais homossexuais o método é diferente para cada caso, mas ambos precisam de doadores anônimos de material genético, além do útero temporário. “No caso de um casal de homens, é necessário usar os óvulos de uma doadora anônima e os espermatozoides de um dos dois. Os embriões resultantes serão transferidos para o útero. No caso das mulheres, normalmente é realizada a gestação compartilhada, onde uma fornece os óvulos e a outra, o útero. Os espermatozoides partem de um doador anônimo”, conclui o médico.
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É importante ressaltar que, por não haver legislação no Brasil que trate sobre a gestação por substituição ( barriga de aluguel ), os tribunais baseiam-se atualmente na Resolução Ética do Conselho Federal de Medicina, que indica punição caso os médicos não sigam as instruções previstas.

Fonte: IG Mulher

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