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Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, é internado em hospital

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Paulo Guereta/Photo Premium/Agencia O Globo – 26.8.19

O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, participou de sessão plenária sobre “Meio Ambiente: desafios”, Associação Comercial de São Paulo

Alvo de polêmicas recentes envolvendo queimadas na Amazônia, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, está internado desde a noite da terça-feira (27) no Hospital das Forças Armadas, em Brasília.

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Segundo boletim médico divulgado na manhã desta quarta, Salles deu entrada com mal estar, mas apresentou quadro clínico estável e não passou por intercorrências médicas durante a noite.

Agora, o ministro passa por exames de rotina. Um novo boletim deve ser divulgado pelo hospital às 16h.

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Campanha contra assédio no carnaval se estende para mais cinco estados

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Agência Brasil

Foto de braços tatuados na campanha contra o assédio no carnaval arrow-options
Reprodução/Instagram Não É Não

Campanha usa tatuagens para espalhar mensagem de consentimento

A campanha Não é Não contra o assédio no carnaval , criada em 2017 por um coletivo de mulheres vai chegar, este ano, a 15 estados brasileiros, incluindo Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Piauí, Paraíba e Espírito Santo, que participam pela primeira vez da ação.

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O coletivo distribui tatuagens temporárias com os dizeres Não é Não, faz palestras e rodas de conversa para conscientização sobre o tema. Em entrevista à Agência Brasil , a estilista Aisha Jacon, uma das criadoras da campanha, disse que o balanço da ação é positivo. “A gente vê uma adesão super expressiva e entende que o assunto tem de ser tratado. Há uma lacuna”, manifestou.

Em 2017, foram distribuídas 4 mil tatuagens ; no ano passado, esse número evoluiu para 186 mil. Para o carnaval de 2020, a meta é produzir 200 mil tatuagens. Aisha Jacob reconheceu, entretanto, que tudo vai depender da verba que for obtida por meio do financiamento coletivo, pelo site do coletivo . “É preciso que haja mais contribuições de pessoas físicas mesmo”.

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Reação

Indagada sobre a reação masculina à campanha, Aisha disse que tem de tudo, “desde apoio, homem que acha incrível e contribui (financeiramente), como tem aqueles que incomodam bastante”. Ela vê a campanha como um projeto de reeducação geral. “É fazer entender que assédio não é legal. É diferente de paquera. É um processo. Não vai ser do dia para a noite que a gente vai conseguir”.

Um dos projetos do coletivo que depende também de apoio financeiro para se expandir abrange a realização de palestras e rodas de conversa em escolas e universidades. Até o momento, as voluntárias do coletivo visitaram algumas escolas e faculdades em alguns estados.

“É o lugar que a gente mais gosta de estar como projeto”. Aisha mencionou o retorno que o projeto teve em uma escola em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, onde as alunas relataram terem sofrido uma situação de assédio, que levaram para a diretoria. “Elas conversaram com o menino e conseguiram fazer um movimento dentro da escola de forma diferente”.

Manifesto

No manifesto contra o assédio nos espaços públicos o coletivo de mulheres salienta: “O corpo é uma festa mas não é público! O corpo é nosso e não está disponível a quem queira. Não aceitamos nenhuma forma de assédio: seja visual, verbal ou física. Assédio não é elogio. Assédio é constrangimento. É violência! Defendemos nosso direito de ir e vir, de nos divertir, de trabalhar, de gozar, de se relacionar. De ser autêntica. Que todas as mulheres possam ser tudo aquilo que quiserem ser”.

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O grupo se considera um escudo de proteção para as mulheres. “Criamos juntas um escudo, uma barreira de proteção e conexão. Formamos uma rede de apoio entre mulheres. Mais do que um recado para os homens, uma afirmação feminina do nosso desejo: podemos e vamos dizer não! É por isso que tatuamos nos nossos corpos: Não é Não! Por todas as mulheres que tiveram seus corpos violados, que sentiram medo de andar na rua, que tiveram vergonha, que sendo vítimas, se sentiram culpadas. Por todas as meninas que já nasceram ou irão nascer. Para que todas possam viver em um mundo com mais equidade de direitos e oportunidades. Por todas essas mulheres repetimos: Não é Não”.

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Covas aprova lei que proíbe estabelecimentos de fornecer utensílios plásticos

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Pixabay

Utensílios plásticos deverão ser biodegradáveis

A lei municipal que proíbe que estabelecimentos comerciais da cidade de São Paulo forneçam utensílios plásticos aos clientes foi sancionada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) nesta segunda-feira (13). Estabelecimentos terão até janeiro de 2021 para se adequar à norma.

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Itens como garfos, facas, copos, mexedores de bebida e varas para amarrar balões em festas infantis devem ser substituídos por similares produzidos em materiais biodegradáveis, compostáveis ou reutilizáveis. 

A distribuição dos itens estão proibidos em hotéis, restaurantes, bares e padarias. Espaços para festas infantis, clubes noturnos, salões de dança e eventos culturais ou desportivos também estão inclusos na lista. 

Os locais que descumprirem a lei após o prazo estipulado serão penalizados com multa que pode variar de R$ 1 mil a R$ 8 mil. Caso haja reincidência, o local poderá ser fechado. 

Projeto de Lei

A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou o Projeto de Lei nº 99/2019 em novembro, após a segunda votação. A primeira aconteceu em 18 de setembro. O vereador responsável pela autoria da lei que entrou em vigor nesta segunda-feira (13) é Xexéu Tripoli (PV). 

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Em São Paulo, 16,9% dos materiais levados para aterros públicos são plásticos . Por ano, 635 mil toneladas do material são recolhidos de domicílios anualmente.

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