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Noiva usa unhas de acrílico com cinzas do pai para ele “levá-la até o altar”

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Charlotte Walton, de 26 anos, casou-se com seu marido, Nick, de 33, em agosto deste ano. Ela esperava que seu pai pudesse acompanhá-la até o altar, mas Mick Barber morreu de câncer em abril. Para que o sonho pudesse virar realidade, a noiva decidiu usar as cinzas do homem em suas unhas de acrílico durante o grande dia.

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Reprodução/Instagram/kirstymeakin

A ideia de criar as unhas de acrílico com as cinzas do homem que morreu de câncer para a ocasião partiu da prima da noiva

Sua prima Kirsty teve a ideia de colocar as cinzas do pai de Charlotte nas unhas de acrílico para que ela pudesse estar com ele no dia. “Kirsty é a rainha das unhas e eu achei a ideia dela incrível. Eu sempre fui a garota do papai. Sempre que pedia algo e ele dizia não primeiro, depois sentia-se mal e fazia meu desejo cinco minutos depois”, diz a noiva à agência Caters News.

De acordo com Charlotte, ter as cinzas presas em suas unhas fez parecer que seu pai estava  segurando sua mão. “Eu sabia que não era o mesmo do que ele realmente estar lá, mas era o mais próximos que podíamos chegar”, diz. “Era algo único a fazer. Eu adorei. Senti que ele era capaz de me levar ao altar”, completa.

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Na ocasião, alguns convidados perguntaram o que ela faria quando as unhas de acrílico caíssem. “É claro que eu as guardei e, agora, elas estão emolduradas com cristais na minha casa. Eu adorei tê-las comigo”, aponta. “O casamento foi incrível e todo mundo adorou as unhas”, destaca.

Segundo o Daily Mail , Charlotte ressalta que ficou com o coração partido quando seu pai morreu porque sabia o quanto ele queria vê-la casar. Ela também sonhava com ele entregando-a ao seu noivo. “Ele amava Nick. Eles jogava golfe juntos na maioria dos fins de semana”, explica.

“Quando o perdemos, eu não sabia como ainda poderia estar com ele andando comigo até Kirsty dizer que ela poderia incorporar as cinzas dele em minhas unhas”, diz. “Eu imediatamente pensei que era uma ideia muito boa e queria continuar”, finaliza a noiva sobre o momento especial que viveu em seu casamento. 

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O processo de criação das unhas foi divulgado por Kirsty em seu canal do Youtube. Assista:


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Mãe solo que sofreu isolamento social após gravidez cria “tinder das mães”

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O sentimento de solidão e a falta  de companhia após as duas gravidezes que viveu foi o que motivou a britânica Rebecca McGoff, de 37 anos, a criar o Buump Active, um aplicativo de relacionamentos que conecta mães que moram perto e incentiva a prática de exercícios em conjunto.

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Reproduçao/DailyMail

Mãe de duas meninas (8 e 12 anos), Rebecca diz que se sentiu solitária após o parto

O suporte para desenvolver o aplicativo veio do departamento de Esportes, Mídia e Cultura do Reino Unido, que em 2017 ofereceu financiamento para ideias que ajudassem pessoas a entrar em forma e mudar de vida. A ideia de Rebecca, que contou sua experiência como mãe , foi escolhida pela instituição e recebeu um aporte de 346 euros, o equivalente a cerca de R$1.600.

Em outubro do ano passado, nasceu o Buump Active, a primeira rede social do tipo, dedicada a manter as novas mamães ativas após o nascimento do bebê. Ao portal DailyMail, Rebecca disse que se sente “grata ao ajudar outras mães na busca pela sua melhor versão”. 

“Eu passava dias trancada em casa e saía apenas para pequenas caminhadas com o carrinho de bebê das minhas filhas , que hoje estão com 12 e 8 anos”, recorda ela. “As pessoas não falam sobre isso. Existe uma grande culpa em assumir que os primeiros dias de uma mãe são difíceis”, explica. 

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Assim como em aplicativos de namoro, o Buump permite a criação de um perfil e um “passeio” pelas informações de outras mães, ajustadas de acordo com a distância em que vivem. Após o primeiro contato, é possível marcar um encontro em um parque, aula de ioga ou outro local que as envolvidas julguem apropriado.

Fonte: IG Mulher

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“Amor de Mãe” aborda “barriga de aluguel”: como funciona e quem pode fazer?

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Popularmente conhecida como “barriga de aluguel”, a gestação por substituição ganhou evidência na novela “Amor de Mãe”, da TV Globo, na última semana. Na trama escrita por Manuela Dias, a personagem Thelma (Adriana Esteves) se oferece para gerar o neto após Camila (Jéssica Ellen) ter sofrido um aborto espontâneo do filho que esperava de Danilo (Chay Suede).
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Reprodução/ Globo

Na novela Amor de Mãe, da TV Globo, Thelma será barriga de aluguel para Danilo e Camila e gerará o neto

Esse procedimento vem sendo adotado por casais que não podem engravidar ou possuem problemas de fertilidade e saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), utilizar o termo ” barriga de aluguel ” é errado, é mais indicado “doação temporária do útero” ou “gestão por substituição”.
“A palavra ‘aluguel’ gera uma conotação monetária e, de acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que regula esse método, não é permitido que a doação temporária tenha caráter lucrativo ou comercial”, ressalta Adelino Amaral Silva, médico especialista da SBRA.
A resolução do CFM nº 2168, de 21 de setembro de 2017, afirma que as doadoras temporárias de útero devem pertencer à família de um dos parceiros, com parentesco de até quarto grau. Ou seja, mães, irmãs, tias, sobrinhas, primas e avós podem contribuir para a realização do sonho dos casais, assim como Thelma. Demais casos, a exemplo de casais que não possuem membros da família em condições de engravidar, ainda podem requerer uma autorização ao CFM para uma terceira pessoa possa emprestar o útero.
Em muitos casos, as mulheres que procuram esse procedimento nasceram sem útero ou tiveram que tirar o órgão cirurgicamente devido a doenças, sofreram problema médico que impeça ou contraindique a gestação ou são casais em união homoafetiva. 

Como funciona o procedimento de gestão por substituição?

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Unsplash

Parentes próximos são autorizados a serem “barriga de aluguel” de casal

O procedimento para uma gestão por substituição , no caso dos casais heterossexuais, o primeiro passo é a estimulação medicamentosa dos ovários da mãe biológica e o preparo do útero a ser doado temporariamente para que esteja receptivo aos embriões para a gestação.
“No dia em que se faz a retirada dos óvulos, o homem fornece os espermatozoides que serão utilizados para fazer a fecundação. Os embriões formados serão transferidos para o útero da mulher que está cedendo por meio do procedimento de fertilização in vitro”, explica o Adelino.
Em casais homossexuais o método é diferente para cada caso, mas ambos precisam de doadores anônimos de material genético, além do útero temporário. “No caso de um casal de homens, é necessário usar os óvulos de uma doadora anônima e os espermatozoides de um dos dois. Os embriões resultantes serão transferidos para o útero. No caso das mulheres, normalmente é realizada a gestação compartilhada, onde uma fornece os óvulos e a outra, o útero. Os espermatozoides partem de um doador anônimo”, conclui o médico.
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É importante ressaltar que, por não haver legislação no Brasil que trate sobre a gestação por substituição ( barriga de aluguel ), os tribunais baseiam-se atualmente na Resolução Ética do Conselho Federal de Medicina, que indica punição caso os médicos não sigam as instruções previstas.

Fonte: IG Mulher

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