Guarantã: Guarantã tem 81 casos registrados de AIDS, houve queda nos registros em relação ao mesmo período de 2016.

Guarantã: Guarantã tem 81 casos registrados de AIDS, houve queda nos registros em relação ao mesmo período de 2016.

Segundo informações da Secretaria de Saúde de Guarantã do Norte, até o mês de Julho de 2017 foram registrados cinco novos casos de AIDS e HIV no município. Em todo o ano de 2016 foram registrados 31 casos, totalizando 81 casos registrados. O numero de registros caíram mais da metade em relação a 2016.


Segundo levantamento do Ministério da Saúde (MS), três municípios de Mato Grosso estão entre os 100 do país com maiores índices de contaminação pelo HIV, deixando o estado na sétima colocação no ranking brasileiro de pacientes com o vírus. O levantamento aponta que a aids segue fazendo vítimas no estado, após 30 anos da descoberta da doença.

Rondonópolis, Cuiabá e Tangará da Serra, segundo o Ministério da Saúde, são os municípios com o maior número de pessoas doentes no estado.


O Brasil é o país da América Latina que mais concentra casos de novas infecções por HIV na região, cerca de 40% dos novos casos.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a faixa etária mais vulnerável é de homens entre 20 a 24 anos, onde a taxa de detecção do vírus dobrou entre 2005 e 2016, passando de 16,2 casos por 100 mil habitantes para 33,1 casos por 100 mil, em todo o País.

Entre a faixa etária de 20 a 24 anos, a taxa de detecção do vírus dobrou entre 2005 e 2015, passando de 16,2 casos por 100 mil habitantes para 33,1 casos por 100 mil.

O lado positivo é a queda da infecção em mulheres jovens de 25 a 29 anos apresentou a maior redução. Em 2005 eram 32, em 2015 eram 16 casos por 100 mil habitantes

Em 2006, para cada 1 caso em mulher, havia 1,2 casos em homem. Em 2015 essa razão é de 1 caso em mulher para cada 3 casos em homens.

Outro dado expressivo apresentado é a queda 42,3% na mortalidade em 20 anos. O incentivo ao diagnóstico e ao início precoce do tratamento, antes mesmo do surgimento dos primeiros sintomas da doença, refletiram na redução dessas mortes.

A falta de informação ainda é o principal obstáculo no combate à doença. 


Por/ O Território