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Polícia Civil amplia em 14% resolução de homicídios na região metropolitana

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Assessoria/PJC-MT

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa, responsável pelas investigações de homicídios na região metropolitana de Cuiabá, encerrou 2019 com um índice de resolutividade de 66,53% dos inquéritos policiais e ainda, 93,15% de localização de pessoas que tiveram desaparecimento registrado. A unidade instaurou 167 novos inquéritos e concluiu e encaminhou à justiça outros 337 que incluem casos referentes a anos anteriores.

Para investigar as ocorrências, a DHPP realizou durante o ano passado 68 operações que resultaram em 157 mandados de prisões e outros 78 de buscas cumpridos. Além disso, 15 pessoas foram presas em flagrante.

Conforme o delegado titular André Renato Gonçalves, o resultado da produtividade é reflexo do esforço incondicional de todas as equipes da DHPP – investigadores, escrivães e delegados – para alcançar o objetivo de 2019 e contribuir com a redução no número de homicídios na região metropolitana da Capital.

“Tivemos crescimento bem maior de inquéritos concluídos em cima dos instaurados, além do índice de resolução dos crimes, que aumentamos em 14%. Fazemos todas as diligências possíveis para se chegar à autoria. Um inquérito a menos em cartório possibilita aumentar o esclarecimento de outros casos”, explica o delegado.

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Ocorrências

Em 2019, as equipes da DHPP atenderam 592 ocorrências que incluem homicídios dolosos, roubo seguido de morte (latrocínio), mortes naturais, afogamentos, suicídios, mortes acidentais, encontro de ossada, feto, entre outras ocorrências que envolvam mortes com e sem violência.

Em relação ao número de homicídios em Cuiabá, o ano passado registrou aproximadamente 18% de redução nas mortes dolosas, que ocorre quando há intenção de matar. Na Capital foram registrados 94 homicídios, contra 114 em 2018. Já em Várzea Grande, 52 pessoas morreram em 2019, enquanto o mesmo período do ano anterior totalizou 80 registros.

Os números são referentes ao período de janeiro a dezembro de 2019 e incluem homicídios de vítimas femininas, que foram nove no total, sendo que destes três são homicídios com qualificadora em feminicídio.

DHPP Mais Forte

Durante o ano passado, a Delegacia de Homicídios realizou duas operações com o objetivo de concluir diversos inquéritos em andamento na unidade. Entre agosto e dezembro, as equipes atuaram na conclusão de inquéritos, cumprimento de mandados de prisões e de buscas e apreensões que estavam em aberto. O titular da DHPP destaca que a ação, realizada também no primeiro semestre de 2019, auxiliou na redução do acervo cartorário da delegacia.

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Fonte: PJC MT

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PRF realiza Operação Juruena no Noroeste de MT

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Veículos de carga estão proibidos de transitar em trecho da BR-174, entre Castanheira e Colniza

Desde o último dia 15, a PRF (Polícia Rodoviária Federal) realiza na região Noroeste de Mato Grosso a Operação Juruena. O objetivo é garantir o cumprimento da portaria do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) que proíbe o tráfego de veículos com peso bruto acima de 48,5 toneladas na BR-174, entre Castanheira e Colniza.

Além de fiscalizar a carga dos veículos e outras questões de trânsito, os agentes da PRF têm como missão garantir a trafegabilidade e a segurança no trecho.

A operação segue até abril, quando se encerra o período de chuvas na região. Devido às condições climáticas, a estrada de chão com pontes de madeira é suscetível à alagamentos e interdições, por isso, o Dnit decidiu pela proibição de circulação dos veículos mais pesados.

Até a tarde desta segunda-feira (20), a PRF não havia registrado casos de descumprimento da portaria.

Neocleciana Gonçalves – SECOM PRF MT

Fonte: PRF MT

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Policiais civis garantem pódio no 1º Campeonato de Parajiu-jitsu em Barra do Garças

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Assessoria | PJC-MT

Os investigadores de polícia, Amarildo Fernandes e Adão Lopes, participaram do primeiro evento de Parajiu-jitsu, na modalidade Nogi (sem Kimono), realizado na entre os dias 18 e 19 de janeiro, em Barra do Garças (509 km a Leste de Cuiabá).

O evento, promovido pela Federação Brasileira de Jiu-jitsu Paradesportivo, é considerado um marco histórico da arte suave e aconteceu no tatame da Gracie Barra Prêmio, sob a responsabilidade de líderes da inclusão social do mundo.

Os dois investigadores participantes da competição subiram ao pódio, obtendo excelente resultado para a equipe AB Brazilian Jiu-jitsu e representando a Polícia Civil de Barra do Garças. O investigador, Amarildo Fernandes, foi o campeão da categoria B, Nogi (sem kimono) e segundo lugar categoria absoluto também na categoria Nogi. 2º lugar categoria B, parajiu-jitsu e o 3º lugar categoria absoluto.

Já o investigador, Adão Lopes, conquistou o segundo lugar na categoria máster 1, azul, até 90 quilos, Pelo grande desempenho, a equipe AB Brazilian Jiu-jitsu também levou o 3º lugar entre equipes.

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Para Amarildo, que aos dois anos de idade, se tornou portador de visão monocular, através do esporte é possível perceber a capacidade de ir além, independente de qualquer adversidade, pois a vontade de vender e superar faz que atleta seja referência de resiliência e superação.

“Apesar das dificuldades, nunca perdei a esperança que algo maravilhoso aconteceria em minha vida. É o grande dia de fazer história no mundo do parajiu-jitsu, me sinto honrado em ser o primeiro paratleta a lutar um evento desse nível, juntamente a outros grandes guerreiros, cada um com sua história de superação”, disse o investigador.

Os investigadores idealizam um projeto futuro pra atender menores sem condições financeiras, incentivando a prática de esportes, através das artes marciais.

Um atleta na categoria B – (blind) se espelha em samurai ….”Para nós, um pequeno incômodo nos olhos, um simples cisco, é capaz de gerar grandes frustrações. Para eles, ser completamente incapaz de enxergar os torna capaz de ser letal perante seus oponentes”, completou o policial.

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Fonte: PJC MT

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