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Promotor manda prender menina de 12 anos que atirou em invasor de sua fazenda.

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A promotoria da cidade de Alta Floresta-MT, pediu a prisão imediata da menina de 12 anos que atirou em um garimpeiro que tentava invadir a fazenda do pai da jovem. A adolescente estava sozinha no sítio quando percebeu que o homem tentava invadir o local pulando uma cerca.

Com medo, a jovem se apossou de uma espingarda velha e ordenou para que o homem fosse embora, mas o homem a ignorou e pulou para dentro da fazenda, foi então que a garota atirou duas vezes e depois fugiu.

Ela foi apreendida e levada para a delegacia da cidade, onde permanecerá até que seja expedido sua transferência para a Fundação Casa.

Em depoimento, a jovem afirmou que atirou pra se defender, pois o homem não tinha a intenção de apenas tomar banho no local, mas sim tentar abusar dela.

Para a promotoria, a garota agiu com excesso de legitima defesa, sem dar chances de defesa à vítima, e irá responder pelo crime de tentativa de homicídio, porte ilegal de arma e omissão de socorro, já que fugiu do local do crime sem ajudar vítima, podendo pegar até 3 anos de prisão, já que é menor de 18 anos.

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O caso aconteceu na cidade de Alta Floresta – MT, em um sítio localizado na região da Pista do Cabeça, zona rural da cidade. A vítima é um homem de 27 anos, que foi atingido no braço esquerdo e também no abdômen. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional.

No hospital, o homem afirmou aos investigadores que trabalha em um garimpo que fica atrás do sítio onde aconteceu o caso, e que tentou entrar no local apenas para tomar banho, já que conhecia o pai da menina.

Ao descer para o local, a filha do proprietário alertou que não era para ninguém entrar no sítio. Porém o homem teria mesmo assim entrado na propriedade, momento que foi atingido por dois tiros efetuados por uma espingarda calibre 22.

O homem foi liberado pela polícia após e depoimento e segue internado.

Fonte: Brasil Agora

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Polícia MT

Veículo com fundo falso foi apreendido com droga em Alto Garças/MT

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No interior do veículo, a equipe PRF localizou um compartimento oculto

Na sexta feira(10) a Polícia Rodoviária Federal no Km 48 BR 364 em Alto Garças/MT, abordou o veículo I/Nissan X-Trail, do município de Teresina/PI, conduzido por um homem, de 29 anos, tendo como passageira uma senhora de 38 anos com um bebê de colo.

Uma guarnição da Polícia Militar de Alto Graças foi solicitada para dar apoio na fiscalização, após os policiais suspeitarem do comportamento do condutor .

No interior do veículo, a equipe PRF localizou um compartimento oculto no assoalho e retirou do interior do fundo falso 39 tabletes de substância semelhante a cloridrato de cocaína, pesando 42,63kg da droga.

O condutor informou aos policiais que recebeu uma certa quantia em dinheiro, de um rapaz de origem Boliviana, para transportar o entorpecente de Pontes e Lacerda/MT até a cidade de Fernandópolis/SP.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil em Alto Garças/MT.

Secom PRF MT

Fonte: PRF MT
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Polícia MT

Número de atendimentos representa confiança das vítimas em buscar auxílio

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Assessoria/PJC-MT

Primeira unidade especializada criada em Mato Grosso para o atendimento a mulheres vítimas de violência, a Delegacia da Mulher de Cuiabá finalizou 2019 com a conclusão de 3.299 e a instauração de mais 2.577 inquéritos de crimes relacionados à violência doméstica e familiar. A delegacia também representou por 1.801 medidas protetivas para vítimas.

Na avaliação da delegada titular da unidade, Jozirlethe Magalhães Criveletto, os números refletem aumento na confiança da população em buscar o atendimento da Polícia Judiciária Civil para a solução de conflitos familiares e domésticos. “Ao longo dos últimos anos, observamos o crescimento de produtividade da delegacia, com mais inquéritos concluídos e instaurados, medidas protetivas requeridas, o que demonstra maior confiança por parte da população em buscar ajuda no atendimento na unidade para solução de conflitos familiares”, destaca a delegada.

Das 1.801 medidas protetivas concedidas por representação da delegacia, 200 delas foram descumpridas, fato que enseja prisão conforme previsto pela Lei 13.641/2018, que alterou dispositivos da Lei Maria da Penha (11.340/06). A pena aplicada é de três meses a dois anos de detenção.. Com a implantação do Processo Judicial Eletrônico na DEDM, os descumprimentos de medidas protetivas passaram também a ser comunicados via sistema para a justiça.

A atuação da Delegacia da Mulher de Cuiabá também resultou na retirada de 67 vítimas de locais onde corriam risco e no encaminhamento de outras 55 para a Casa de Amparo da Capital.

Durante todo o ano passado, as equipes da DEDM realizaram 4.513 oitivas, houve representação por 122 pedidos de prisões e elaboração de 478 termos circunstanciados de ocorrências. A delegada titular pontua ainda a otimização das equipes da unidade, que em 2019 voltou a atuar apenas com atendimento à mulher e o Núcleo de Atendimento à Pessoa Idosa passou para outra delegacia da Capital. “Temos uma equipe valente e criativa que soube direcionar esforços no cumprimento das atividades da delegacia, especialmente nas ações de mobilização que realizamos em três períodos distintos ao longo do ano. Em março realizamos visitas domiciliares de atendimento às vítimas e verificação de cumprimento de medidas. Em agosto, concentramos esforços para a conclusão de inquéritos e no mês de novembro, durante os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, trabalhamos na instauração e conclusão de inquéritos, visitas domiciliares e cumprimentos de mandados”, explica Jozirlethe.

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Nas visitas domiciliares, a equipe da DEDM verificou denúncias de agressões físicas,  cárcere privado, maus tratos e outros crimes relacionados à violência doméstica e familiar. “Em alguns casos as denúncias sugerem que a vítima esteja vivendo em  cárcere privado, outras vezes a mulher já é idosa e está em situação de maus tratos, apropriação de proventos ou ainda,  vivenciando  agressões  contínuas  e não aceitam sair desse ciclo de violência”, informa a delegada.

Ainda Posso Sonhar

Um antigo anseio da Delegacia para proporcionar auxílio às vítimas de violência doméstica foi colocado em prática com o início do projeto Ainda Posso Sonhar uma iniciativa que busca a reconstrução da identidade da mulher. O projeto realizado por meio de terapias em grupo busca trazer esperança às mulheres que procuram a Delegacia da Mulher, e que, após serem agredidas, seja de forma física, moral, psicológica, sexual ou patrimonial, econômica, não conseguem enxergar um novo futuro.

As terapias são voltadas para que a vítima trabalhe a autoestima, autoafirmação e encontre um novo sentido para a vida. Entre outros fatores, o trabalho buscará com que a vítima volte a se amar, antes de amar outra pessoa, e desta forma não entre em um novo relacionamento abusivo.

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A primeira turma foi formada por 20 mulheres que já passaram por atendimento da Delegacia Especializada. As vítimas cadastradas participaram de 10 sessões de terapia acompanhadas por uma psicóloga, uma vez por semana. A previsão é que uma nova turma seja formada neste ano.

“Esse atendimento é uma ansiedade que tínhamos há muito tempo, porém, não contávamos com profissionais especializados para realização do trabalho. Em 2019 a Delegacia da Mulher foi agraciada com profissionais de psicologia, que passaram a integrar o setor de acolhimento às vítimas e que também enxergaram essa necessidade”, disse a delegada.

Rede de Frente

Em setembro de 2019, a Delegacia passou a compor a rede na Capital que reúne representantes do Poder Judiciário no âmbito do Tribunal de Justiça e Varas de Violência Doméstica, Ministério Público, Núcleo de Defesa da Mulher da Defensoria Pública, Câmara Municipal de Cuiabá, Secretaria de Assistência Social, Secretaria de Saúde, Secretaria de Educação, OAB- Seccional de Mato Grosso, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), BPW-Cuiabá, a Patrulha Maria da Penha, a União Cuiabana de Clube de Mães, além da União Cuiabana das associações de moradores, Federação mato-grossense de Associações e Associações de Moradores de Bairros. Cada instituição atua em sua área de competência para atender, acolher e auxiliar mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.

Fonte: PJC MT

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