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Salles ganha apoio no Twitter após pedido de impeachment e críticas do Novo

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Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente sob críticas arrow-options
Antonio Cruz/Agência Brasil

Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles


O partido  Novo  publicou uma nota nesta quinta-feira marcando uma posição de distanciamento em relação ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles , que é filiado à sigla. De manhã, parlamentares da Rede pediram o impeachment do titular da pasta. 

As críticas levaram a hashtag #SomosTodosRicardoSalles ao assunto mais comentado no início da noite desta quinta-feira (22). Pelo menos 20 mil pessoas interagiram com a hastag. 



Os parlamentares da Rede protocaram o pedido do afastamento do ministro do cargo no Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento de que Salles descumpriu o ‘dever constitucional de proteção ao meio ambiente e dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil’

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Partido

Após críticas ao desempenho e à postura do ministro diante da política ambiental do governo Jair Bolsonaro, o Novo diz que Salles ” não mantém nenhum contato com o partido quanto aos seus planos, metas e objetivos para a pasta”.  

 “Esclarecemos, mais uma vez, que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não foi uma indicação do NOVO e, portanto, não representa a instituição. O ministro foi escolhido e responde ao presidente Jair Bolsonaro”, diz a nota oficial. 

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A legenda diz ainda que Salles “é um dos 47.739 filiados ” e “não participa de nenhuma atividade partidária e nem exerce qualquer cargo dentro do partido”. 

A resolução , como estabelece a lei, não tem efeito retroativo, e portanto, não se aplica ao ministro”. 

Criticado por contestar dados oficiais sobre o desmatamento , Salles também é alvo de um recado: “Os mandatários do NOVO no legislativo e executivo têm atuado com equilíbrio, diálogo e baseado suas políticas públicas e propostas em dados, fatos e evidências’. 

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Parlamentares da Rede Sustentabilidade protocolaram, nesta quinta-feira, no Supremo Tribunal Federal ( STF ), pedido de impeachment de Salles. Eles alegam que o ministro cometeu crimes de responsabilidade. Entre outras justificativas, eles dizem que o ministro descumpriu o “dever constitucional de proteção ao meio ambiente e dos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil”. 


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Jiboia é encontrada por funcionários em prédio da UFRJ; assista

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Homem recolhendo cobra na UFRJ arrow-options
Reprodução

Animal foi removido na tarde desta segunda (4)

Uma jiboia foi encontrada e retirada de uma das unidades da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) nesta segunda-feira (4), na Ilha do Fundão. Segundo informações divulgadas pela Associação de Docentes da UFRJ, a AdUFRJ, a cobra foi encontrada por volta de 12h por funcionários que faziam a limpeza do bloco A do Centro de Tecnologia (CT).

A Associação informou ainda que a Brigada de Incêndio da Coppe foi acionada para remover o animal com segurança. Mesmo atraindo uma grande quantidade de alunos, professores e funcionários, muitos que frequentam o campus da universidade relatam que não é a primeira vez que um animal aparece por ali. Segundo o aluno Huang Ken Wei, mestrando no Programa de Planejamento Energético da Coppe, outros animais também costumam aparecer no local.

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“Já vi cavalos e muitas aranhas enormes. Ali no subsolo do CT tem muita coisa. É provável que se vasculharem ali, os funcionários vão achar outros animais. Os alunos dizem que tem até jacaré no mangue!”

Já o aluno Matheus Soliz, que cursa Letras na UFRJ, conta que nunca viu algum tipo de animal silvestre no campus, mas que o aparecimento da cobra na universidade deixou um clima de insegurança entre os alunos.

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“Nunca vi nenhum tipo de animal potencialmente perigoso no campus. Mas a história da jiboia me deixa um pouco inseguro. Se é possível aparecer no CT, o prédio com a melhor infraestrutura da UFRJ e cheio de recursos, pode muito bem aparecer no meu prédio, a Letras, que tem uma infraestrutura que deixa muito a desejar”, lamentou.

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Polícia prende mais um suspeito de participar do assalto de Viracopos

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Assalto em Viracopos arrow-options
Redes sociais / Reprodução

Suspeito de participar do assalto foi preso em Caruaru.

A polícia prendeu no domingo mais um suspeito de participar do assalto a um carro forte no aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. O homem, não-identificado, de 34 anos, foi detido nas proximidades da Feira da Sulanca, em Caruaru (PE). Com ele foram apreendidos cerca de R$ 300 mil em espécie. Segundo a Polícia Federal, o preso também é suspeito de participar de assaltos a bancos e transportadoras de São Paulo.

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A PF também prendeu outro homem. A suspeita é de que eles estavam planejando praticar algum roubo no Agreste pernambucano.

O assalto em Viracopos ocorreu no dia 17 de outubro e terminou com três pessoas mortas e quatro baleadas. Pelo menos seis bandidos fortemente armados invadiram o portão E24 do terminal em caminhonetes semelhantes às da Aeronáutica. O bando conseguiu entrar e fugir com dois malotes de dinheiro. Mais de dez membros da quadrilha esperavam do lado de fora.

Após bloqueio de rodovias e troca de tiros com policiais, todo o dinheiro roubado foi recuperado. Um dos criminosos chegou a invadir uma casa no bairro Vida Nova e fazer dois reféns.

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Mais de 20 malotes com valores em espécie, avaliados em R$ 13 milhões, estavam na mira do bando. Na hora do roubo , eram escoltados pela transportadora de valores Brink’s.

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