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Sete frigoríficos de Mato Grosso têm autorização para exportar carnes para a China.

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Dos 25 frigoríficos brasileiros que a China habilitou para que passem a exportar carne para o país asiático, sete são em Mato Grosso, sendo seis de bovinos e uma de aves e suínos. Com isso, o Brasil tem agora 89 plantas habilitadas. Até então só uma de bovinos no estado estava exportando para os chineses.

Duas unidades ficam no Norte do estado, nos municípios de Guarantã do Norte e Matupá. Outras duas indústrias no Oeste, em Barra do Bugres e Tangará da Serra, e uma outra em Várzea Grande e outra em Rondonópolis.

Além disso, um frigorífico de Lucas do Rio Verde também recebeu habilitação para exportar carne de frango e carne suína para a China.

“A China habilitando 25 frigoríficos pelo Brasil, sendo seis de bovinos em Mato Grosso, e esse anúncio veio incrementar o comércio de carne entre Mato Grosso e China, um país com 1,3 bilhão de habitantes e com uma grande demanda por proteína animal e Mato Grosso com um grande rebanho poderá se posicionar nesse comércio internacional”, disse o presidente do Instituto Mato-grossense da Carne (IMC), Guilherme Nolasco.

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O anúncio foi comemorado pela Associação Brasileira de Proteína Animal, já que até então somente plantas de Santa Catarina tinham autorização para fazer embarques de cortes suínos com osso para o mercado chinês.

O Ministério adiantou que essa exportação pode começar a qualquer momento. O mercado chinês e importante para a nossa carne. De acordo com dados do Instituto Mato-grossense da Carne, entre janeiro e agosto deste ano, Mato Grosso e exportou o equivalente a 97 milhões de dólares para a China, somente em carne bovina.

Em volume, o total chega a 19,5 mil toneladas de carne bovina desossada e congelada. Uma quantidade que é 35% maior que nos primeiros oito meses do ano passado.

A expectativa é de que com novas indústrias autorizadas a exportar para a China o mercado da carne fique mais movimentado até mesmo internamente. Isso vai trazer resultados para toda a cadeia desde quem cria o boi no pasto.

Fonte: G1

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Aprosoja acompanha caso de ferrugem asiática em MT e tranquiliza produtores

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Aprosoja acompanha caso de ferrugem asiática em MT e tranquiliza produtores

A equipe técnica da Aprosoja irá acompanhar pessoalmente

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10 de Janeiro de 2020

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso acompanha o caso de ferrugem asiática detectado no município de Tangará da Serra (distante 241 quilômetros ao oeste do Estado), na região conhecida como Chapadão do Rio Verde.  Diretor administrativo da entidade, Lucas Costa Beber, afirmou que a equipe técnica da Aprosoja irá acompanhar pessoalmente a ocorrência e tranquilizou os produtores rurais.
 
“Como foi verificado a incidência do primeiro foco de ferrugem no Estado, a Aprosoja vai acompanhar se terá evolução. Nessa semana vamos visitar o local e lavouras vizinhas pra ver se teve um aumento e proliferação dos esporos da ferrugem asiática. Porém essa incidência ainda não é motivo para o produtor se preocupe e faça inúmeras aplicações na lavoura”, pontuou Beber, que é produtor em Nova Mutum (longe 242 km ao médio norte de Mato Grosso).
 
O diretor da Aprosoja-MT também orienta os produtores de soja para “fazer o dever de casa e estar sempre atento, monitorando a lavoura e alerta para que na entrada do período reprodutivo já deve fazer a primeira aplicação de fungicida preventiva”.
 
Segundo Lucas Costa Beber, vale ressaltar que o produtor tem inúmeras maneiras de prevenção da doença, a prevenção química, por exemplo, que é atualmente a mais utilizada nas lavouras. “É fato que nenhum fungicida isolado tem controle muito bom, o importante é que tenham combinação de princípios ativos. Os principais são as estrobilurinas e os triazóis, que são as primeiras gerações que controlam ferrugem, depois vieram as carboxamidas. Então o produtor tem que se preocupar com essa doença, mas hoje ela é fácil de tratar, como as doenças humanas no passado que antes matavam e hoje são prevenidas com vacinas, mesma coisa a ferrugem, oferece grande perigo, porém o produtor que faz a prevenção pode ficar despreocupado que dificilmente terá perdas na lavoura”, explicou o produtor.
 
Ainda conforme ele, o produtor deve optar por fungicidas que tenham pelo menos dois desses princípios ativos, de preferência os três combinados, que contribuirá para tendência de ter menor incidência e menor risco de focos de ferrugem. “Ainda temos o uso de protetores que são os mancozebes, os óxidos de cloreto de cobre e as morfolinas, fungicidas usados antigamente para potencializar os efeitos dos fungicidas usados comumente na lavoura. Então no período de chuvas e umidades, depois da primeira semana de janeiro, que a gente começa ouvir sobre os primeiros focos de ferrugem, que o produtor deve buscar usar bons fungicidas fazendo sempre de maneira preventiva”, disse.
 
Ferrugem asiática
 
Os efeitos da ferrugem asiática, dependendo do estágio, podem ser catastróficos. Por exemplo, se ela entrar antes do período reprodutivo, ainda no florescimento, ela vai fazer com que a planta aborte suas flores e não enche os grãos, as vagens ficam vazias e as perdas podem chegar até 100% da lavoura.

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“Na safra 2004/2005, quando se intensificaram os focos de ferrugem, pois naquela época não havia o vazio sanitário, aí sim ocorreu uma forte pressão de ferrugem asiática, inclusive muitos produtores quebraram,”, exemplificou Lucas Costa Beber.
 

“Além do controle químico, temos o vazio sanitário que para os produtores do Estado e Aprosoja é sagrado, sem ele o plantio da soja teria sido inviabilizado por conta dos altos custos. E outra coisa que o produtor se atentou com o surgimento da ferrugem, foi o de optar por variedades mais precoces. Antigamente tínhamos materiais de até 145 dias. Hoje em dia é raro ver produtor que planta materiais com mais de 120 dias. A média dos materiais plantados são de 110 até 115 dias. Isso faz com que o produtor fuja desse período com maior propensão à ferrugem”, finalizou.
 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Aprosoja apresenta resultados de pesquisas do CAD Parecis

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Aprosoja apresenta resultados de pesquisas do CAD Parecis

Os dados também serão mostrados em um ‘Dia de Campo’ na sede do CAD

06/01/2020

 
Resultados de pesquisas sobre Manejos em Solos Arenosos, realizadas pelo Centro de Aprendizagem e Difusão (CAD Parecis) nas últimas três safras, serão apresentados na próxima quinta-feira (09.01), às 19h, na Câmara Municipal de Campo Novo do Parecis e contará com a palestra do pesquisador Taimon Semler. Os dados também serão mostrados em um ‘Dia de Campo’ na sede do CAD, na sexta-feira (10.01), a partir das 7h.
 
Dinâmica do potássio em solo arenoso; adubação sulfatada; rotação de culturas para soja em solos arenosos; plantas de cobertura e vitrine de cultivares de soja, serão alguns dos assuntos apresentados durante os dois dias de evento.
Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Antonio Galvan, reforça o convite aos produtores para participarem. “Estes experimentos são feitos em áreas arenosas, justamente onde temos a maior dificuldade e eles apresentarão os melhores resultados obtidos, então produtores, não percam esta oportunidade”, afirmou.
 
Conforme o gerente de Defesa Agrícola Aprosoja-MT, Daniel Pasculli, a participação do produtor é fundamental, já que no local também poderão ser vistos os resultados da safra 2019/2020. “A grande novidade é que vamos ter o ensaio das principais variedades plantadas na região em solos de textura média e arenosa para que o produtor possa esclarecer dúvidas sobre algumas dificuldades e tirar suas conclusões”, esclareceu Pasculli.
 
O Centro de Aprendizagem e Difusão, em Campo Novo do Parecis, mais conhecido como CAD Parecis, é uma parceria entre a Aprosoja e a Fundação Mato Grosso. A área total do CAD possui 88 hectares com textura do solo variando entre 35% e 7% de argila, destinada a realizar pesquisas que auxiliem o produtor rural com áreas com essa condição. Os trabalhos são voltados à compreensão da fitotecnia, uso e conservação do solo, dinâmica de nutrientes, sistemas de produção, correção solo, pragas e doenças. 
 
 
Fonte: APROSOJA

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