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Só depois do sim! Casal espera dois anos para dar primeiro beijo no altar

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Enquanto muitos acreditam que o beijo é requisito básico já no primeiro encontro, um casal decidiu esperar até o altar para realizar o desejo. Os noivos Leandro Gonçalves e Nicoly Lopes, do Mato Grosso, namoraram por dois anos com “muitas conversas e carinho” até finalmente firmarem darem o  primeiro beijo no dia do casamento.

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Reprodução/Instagram

Casal esperou o altar para dar primeiro beijo

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A cerimonialista Karla Lyara divulgou a história do  primeiro beijo do casal em seu Instagram. Na legenda da publicação, ela explica que a opção de uma relação sem beijos foi uma condição da noiva, Nicoly. Leandro aceitou e assim foi o namoro deles até o dia do casamento . 

Nos votos, o noivo também citou esse detalhe peculiar de sua história com Nicoly. “Foram muitos abraços, carinhos, milhares de quilômetros rodados… mas o beijo só daqui a alguns minutos”, disse Leandro. Veja o discurso do noivo abaixo: 

O primeiro beijo aconteceu, mas não foi registrado pela cerimonialista. Ainda assim, além dos presentes no casamento , os internautas também aprovaram e se emocionaram com a história de conto de fadas dos dois. “Que fé, que amor. Lindos!”, comentou um usuário. “O segredo para uma relação madura e duradoura”, disse outra.  

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Mãe solo que sofreu isolamento social após gravidez cria “tinder das mães”

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O sentimento de solidão e a falta  de companhia após as duas gravidezes que viveu foi o que motivou a britânica Rebecca McGoff, de 37 anos, a criar o Buump Active, um aplicativo de relacionamentos que conecta mães que moram perto e incentiva a prática de exercícios em conjunto.

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Reproduçao/DailyMail

Mãe de duas meninas (8 e 12 anos), Rebecca diz que se sentiu solitária após o parto

O suporte para desenvolver o aplicativo veio do departamento de Esportes, Mídia e Cultura do Reino Unido, que em 2017 ofereceu financiamento para ideias que ajudassem pessoas a entrar em forma e mudar de vida. A ideia de Rebecca, que contou sua experiência como mãe , foi escolhida pela instituição e recebeu um aporte de 346 euros, o equivalente a cerca de R$1.600.

Em outubro do ano passado, nasceu o Buump Active, a primeira rede social do tipo, dedicada a manter as novas mamães ativas após o nascimento do bebê. Ao portal DailyMail, Rebecca disse que se sente “grata ao ajudar outras mães na busca pela sua melhor versão”. 

“Eu passava dias trancada em casa e saía apenas para pequenas caminhadas com o carrinho de bebê das minhas filhas , que hoje estão com 12 e 8 anos”, recorda ela. “As pessoas não falam sobre isso. Existe uma grande culpa em assumir que os primeiros dias de uma mãe são difíceis”, explica. 

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Assim como em aplicativos de namoro, o Buump permite a criação de um perfil e um “passeio” pelas informações de outras mães, ajustadas de acordo com a distância em que vivem. Após o primeiro contato, é possível marcar um encontro em um parque, aula de ioga ou outro local que as envolvidas julguem apropriado.

Fonte: IG Mulher

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“Amor de Mãe” aborda “barriga de aluguel”: como funciona e quem pode fazer?

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Popularmente conhecida como “barriga de aluguel”, a gestação por substituição ganhou evidência na novela “Amor de Mãe”, da TV Globo, na última semana. Na trama escrita por Manuela Dias, a personagem Thelma (Adriana Esteves) se oferece para gerar o neto após Camila (Jéssica Ellen) ter sofrido um aborto espontâneo do filho que esperava de Danilo (Chay Suede).
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Reprodução/ Globo

Na novela Amor de Mãe, da TV Globo, Thelma será barriga de aluguel para Danilo e Camila e gerará o neto

Esse procedimento vem sendo adotado por casais que não podem engravidar ou possuem problemas de fertilidade e saúde. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), utilizar o termo ” barriga de aluguel ” é errado, é mais indicado “doação temporária do útero” ou “gestão por substituição”.
“A palavra ‘aluguel’ gera uma conotação monetária e, de acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que regula esse método, não é permitido que a doação temporária tenha caráter lucrativo ou comercial”, ressalta Adelino Amaral Silva, médico especialista da SBRA.
A resolução do CFM nº 2168, de 21 de setembro de 2017, afirma que as doadoras temporárias de útero devem pertencer à família de um dos parceiros, com parentesco de até quarto grau. Ou seja, mães, irmãs, tias, sobrinhas, primas e avós podem contribuir para a realização do sonho dos casais, assim como Thelma. Demais casos, a exemplo de casais que não possuem membros da família em condições de engravidar, ainda podem requerer uma autorização ao CFM para uma terceira pessoa possa emprestar o útero.
Em muitos casos, as mulheres que procuram esse procedimento nasceram sem útero ou tiveram que tirar o órgão cirurgicamente devido a doenças, sofreram problema médico que impeça ou contraindique a gestação ou são casais em união homoafetiva. 

Como funciona o procedimento de gestão por substituição?

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Unsplash

Parentes próximos são autorizados a serem “barriga de aluguel” de casal

O procedimento para uma gestão por substituição , no caso dos casais heterossexuais, o primeiro passo é a estimulação medicamentosa dos ovários da mãe biológica e o preparo do útero a ser doado temporariamente para que esteja receptivo aos embriões para a gestação.
“No dia em que se faz a retirada dos óvulos, o homem fornece os espermatozoides que serão utilizados para fazer a fecundação. Os embriões formados serão transferidos para o útero da mulher que está cedendo por meio do procedimento de fertilização in vitro”, explica o Adelino.
Em casais homossexuais o método é diferente para cada caso, mas ambos precisam de doadores anônimos de material genético, além do útero temporário. “No caso de um casal de homens, é necessário usar os óvulos de uma doadora anônima e os espermatozoides de um dos dois. Os embriões resultantes serão transferidos para o útero. No caso das mulheres, normalmente é realizada a gestação compartilhada, onde uma fornece os óvulos e a outra, o útero. Os espermatozoides partem de um doador anônimo”, conclui o médico.
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É importante ressaltar que, por não haver legislação no Brasil que trate sobre a gestação por substituição ( barriga de aluguel ), os tribunais baseiam-se atualmente na Resolução Ética do Conselho Federal de Medicina, que indica punição caso os médicos não sigam as instruções previstas.

Fonte: IG Mulher

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