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Tratamento da água com carvão ativado no Rio começa na semana que vem

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Torneira caindo gota de água arrow-options
Agência Brasil/EBC

Equipamento para tratar a água será montado imediatamente

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos ( Cedae ) informou nesta segunda-feira (13) que o carvão ativado pulverizado que será aplicado no início do tratamento da água distribuída pelo Reservatório do Guandu a grande parte da população do Rio de Janeiro passará a ser empregado a partir da próxima semana.

Segundo a companhia, o produto e o equipamento para sua aplicação foram comprados na sexta-feira (10). “O carvão chegará até esta quarta-feira (15), e o prazo de entrega do equipamento que fará a aplicação é até este fim de semana”, diz, em nota, a Cedae. De acordo com a companhia, o equipamento será montado imediatamente e passará a ser utilizado no início da próxima semana.

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Na quinta-feira (9), a Cedae informou que vai adotar em caráter permanente a aplicação de carvão ativado. A medida será adotada pela companhia de distribuição de água para reter a substância geosmina, que tem causado cheiro forte turbidez na água distribuída. A iniciativa da Cedae veio depois que consumidores de vários bairros da capital e da Baixada Fluminense reclamaram da cor turva e do cheiro forte da água servida à população.

A empresa voltou a destacar que a geosmina, uma substância orgânica produzida por algas, não apresenta risco à saúde. “A substância não oferece riscos à saúde, mas altera o gosto e o cheiro da água. O fenômeno natural e raro de aumento de algas em mananciais, em função de variações de temperatura, luminosidade e índice pluviométrico, causa o aumento da presença desse composto orgânico, levando a água a apresentar gosto e cheiro de terra.”

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Prefeitura de São Paulo cancela bloqueio da marginal Pinheiros

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Marginal alagada arrow-options
Antonio Cicero/PhotoPress/Agência O Globo

Forte chuva causa vários alagamentos, engarrafamentos e interrupcao de linhas de trem da CPTM nas cidade de Sao Paulo e Osasco

A Prefeitura de São Paulo cancelou o bloqueio da via expressa marginal Pinheiros que estava planejado para ocorrer a partir das 23h desta segunda-feira (10). A interdição seria feita para realizar as obras da linha 17-Ouro do metrô, mas foi suspensa após a capital ser atingida por fortes chuvas durante o dia de hoje.

Caso o bloqueio fosse mantido, a mobilidade ficaria ainda mais difícil para o paulistano nesta terça (11). Para aliviar um pouco a dificuldade de transporte, a Prefeitura também suspendeu o rodízio de veículos para amanhã.

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Sobre as obras do metrô, que estavam previstas para acontecerem durante a noite e a madrugada até sexta (14), os bloqueios da marginal Pinheiros estão mantidos por enquanto.

O bloqueio é necessário para que caminhões descarreguem materiais utilizados na montagem da passarela de acesso à futura estação Morumbi da Linha 17. O desvio de tráfego, assim como as alternativas e a orientação aos motoristas será feito pelas equipes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Confira os horários das interdições:

– Das 23h de terça-feira (11) às 4h da quarta-feira (12);
– Das 23h da quarta-feira (12) às 4h da quinta-feira (13);
– Das 23h da quinta-feira (13) às 4h da sexta-feira (14);
– Das 23h da sexta-feira (14), às 4h do sábado (15).

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Rodízio será mantido nesta terça (11) após forte chuva atingir São Paulo

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Rua alagada em São Paulo com caminhões ilhados arrow-options
Antonio Cicero/PhotoPress/Agência O Globo

Uma forte chuva causa vários alagamentos, engarrafamentos e interrupção de linhas de trem da CPTM nas cidade de São Paulo e Osasco

A Prefeitura de São Paulo decidiu estender a suspensão do rodízio de veículos para esta terça-feira (11) após uma forte chuva atingir toda a região metropolitana nesta segunda (10). A medida é uma das anunciadas após reunião do gabinete de crise com o prefeito e secretários.

Segundo secretários da gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB), mesmo sem previsão de chuva intensa, a decisão foi tomada para amenizar o desconforto desta segunda. Durante todo o dia de hoje, cidadãos acabaram ficando com carros ilhados em vários pontos da cidade, sem poder voltar para suas regiões de origem.

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Entre as medidas para amenizar os problemas na cidade, estão a limpeza dos locais onde as águas baixaram para liberação das ruas para os veículos.

De acordo com o secretário de Infraestrutura e Obras, Vitor Aly, o principal problema na cidade ocorreu na região dos rios Pinheiros e Tietê.

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